Com bom humor e alegria, Vô Felintro e Luizinho, personagens do teatro de educação ambiental do Bosque Maia, apresentaram uma peça para mais de 30 crianças da Escola Municipal Capitão Gabriel José Antônio, na tarde da última terça-feira (2). A iniciativa trazia a proposta de tornar simples temas complexos como desmatamento, ocupação desordenada, pragas urbanas, reciclagem, enchente, esgoto e depredação do patrimônio público.
O teatro faz parte do programa de Agentes Ambientais Mirins, e deve ser apresentado para outros alunos da rede estadual e particular de ensino. Em linguagem acessível, a história narra os conselhos de um velho que tenta convencer um menino de rua sobre a importância da preservação do meio ambiente, do patrimônio público, e da memória e cultura da cidade.
Segundo o artista plástico do Centro de Educação Ambiental do Bosque Maia, José Cislês Felintro da Silva, o Vô Felintro, “o roteiro foi pensado por diversos biólogos para que a mensagem de educação ambiental atingisse as crianças de forma atrativa”. Com barba pintada e cajado na mão, o velhinho Felintro, de apenas 40 anos, “roubou a cena” e cativou a atenção do público infantil.
A professora Maria José Teixeira Dutra Costa, da Escola Municipal Capitão Gabriel José Antônio, afirmou que a ação deve mudar o rumo das próximas gerações. “Acredito que o mundo vai melhorar e tenho esperança que se o homem for educado vai entender a importância de fazer a sua parte”, concluiu.
O teatro faz parte do programa de Agentes Ambientais Mirins, e deve ser apresentado para outros alunos da rede estadual e particular de ensino. Em linguagem acessível, a história narra os conselhos de um velho que tenta convencer um menino de rua sobre a importância da preservação do meio ambiente, do patrimônio público, e da memória e cultura da cidade.
Segundo o artista plástico do Centro de Educação Ambiental do Bosque Maia, José Cislês Felintro da Silva, o Vô Felintro, “o roteiro foi pensado por diversos biólogos para que a mensagem de educação ambiental atingisse as crianças de forma atrativa”. Com barba pintada e cajado na mão, o velhinho Felintro, de apenas 40 anos, “roubou a cena” e cativou a atenção do público infantil.
A professora Maria José Teixeira Dutra Costa, da Escola Municipal Capitão Gabriel José Antônio, afirmou que a ação deve mudar o rumo das próximas gerações. “Acredito que o mundo vai melhorar e tenho esperança que se o homem for educado vai entender a importância de fazer a sua parte”, concluiu.
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