Fernando Costa

Fernando Costa, com apenas 30 anos, já foi vice-presidente da União Guarulhense de Estudantes Secundaristas (UGES), Membro da executiva da União Paulista dos Estudantes Secundaristas (UPES) e vice-presidente da União Brasileira dos Estudantes Secundaristas (UBES). Foi assessor parlamentar durante cinco anos e responsável pela apresentação de inúmeros projetos de lei. Atualmente é editor do Jornal Primeira Página e Diretor Presidente da Agência FFC Publicidade.

07 agosto 2009

O metrô de Lá - Um olhar brasileiro sobre o metrô de Moscou

A partir de agosto, “O metrô de Lá”, a exposição itinerante do fotógrafo paulistano Luiz Moretti, irá percorrer as estações de metrô de São Paulo mostrando 20 imagens selecionadas e dispostas em amplos painéis do subterrâneo de Moscou.

A mostra é um ensaio de diferentes ângulos, aspectos culturais e espaciais do transporte daquele país, considerado um dos mais belos do mundo.

Com início na estação Clínicas, a exposição passará em setembro para a estação Brás e em outubro para a linha azul - Ana Rosa.

O projeto, na estação Clínicas, conta com instalações que possibilitam ao deficiente auditivo e visual perceber o espaço cultural. Uma demarcação no chão e mini caixas com autofalantes ao som de ruídos comuns às estações de lá acrescentam a exposição.

Sobre o Metrô de Moscou


Foi construído durante o governo de Joseph Stalin, em 1935, e é um dos mais freqüentados do mundo (cerca de 8 milhões de pessoas sobem e descem dos vagões todo dia numa cidade com pouco mais de 10 milhões de habitantes). São 171 estações distribuídas numa rede de 12 linhas. Algumas estações construídas durante a Segunda Guerra Mundial foram planejadas originalmente como abrigos em caso de bombardeio.

Sob o regime de Stalin, entre os anos 30 e 50, surgiram as estações mais grandiosas. As estações construídas nos governos de Nikita Kruschev e Leonid Brezhnev, entre os anos 50 e 70, ganharam iluminação e decoração bem mais simples. Dos anos 80 para cá, as novas estações voltaram a ser mais extravagantes e arrojadas.











A Casa das Rosas


A Casa das Rosas- Espaço Haroldo de Campos de Poesia e Literatura
é um Centro Cultural localizado na Avenida Paulista 37, em um dos últimos casarões da avenida mais movimentada do país. A atmosfera onírica da antiga construção e seu jardim, em contraste com a moderna estrutura urbana, traduz o que a Casa das Rosas representa: um refúgio onde toda a expressão poética encontra seu espaço. Um território onde a liberdade artística se materializa, por meio de saraus, recitais, lançamentos de livros, peças de teatro, exposições e qualquer outro formato que privilegie a difusão da poesia e da arte em geral.


A poesia encontra na Casa das Rosas um espaço completamente democrático, onde se pretende desfazer preconceitos e qualquer paradigma negativo sobre a arte poética. É também o primeiro espaço público do país destinado à poesia, sendo batizado como Espaço Haroldo de Campos de Poesia e Literatura, em homenagem ao poeta paulistano, falecido em 2003.


ARQUITETURA

Projetada pelo arquiteto Ramos de Azevedo, em 1928, a casa mistura métodos construtivos de diferentes épocas, o chamado “estilo eclético”, com influência também da Art Déco. Construída numa área de 5.500 metros quadrados, a casa possui 30 cômodos no estilo arquitetônico francês. A Casa das Rosas agrega elementos da Renascença e do estilo Luis XV, que retomou os padrões e o rigor da arquitetura greco-romana, o que se convencionou chamar de neoclassicismo. O interior da Casa é ainda mais eclético, pois combina elementos decorativos ingleses, principalmente nas aplicações de gesso nos estilos Adam, Hepplewhite, Shareton e Chippendale em seus 30 cômodos, claramente divididos em área social, íntima e de serviço. A Casa das Rosas foi declarada patrimônio público pelo Condenphaat (Conselho de Defesa do Patrimônio Histórico, Arqueológico, Artístico e Turístico do Estado de São Paulo), sendo tombada em 1985.


Francisco de Paula Ramos de Azevedo (São Paulo, SP- 1851-1929) foi o mais importante arquiteto do período áureo da economia cafeeira em São Paulo. Suas dezenas de projetos de edifícios públicos e residências contribuíram para redefinir a cidade como metrópole de vocação cosmopolita. A Casa das Rosas foi projetada e construída por seu escritório entre 1928 e 1935 para sua filha Lúcia Ramos de Azevedo, que residiu na casa com o marido, o engenheiro Ernesto Dias de Castro.

Os desafios de editar Euclides da Cunha

Professora Walnice Galvão abre Ciclo sobre o Centenário de Morte de Euclides da Cunha com "Os desafios de editar Euclides da Cunha"

Em comemoração ao Centenário de morte do escritor Euclides da Cunha, a Academia Brasileira de Letras realizará, ao longo dos meses de agosto, setembro, outubro e novembro, uma série de eventos centrados em um dos maiores escritores e jornalistas do Brasil. Na próxima terça-feira, 11 de agosto, às 17h30, no Teatro R. Magalhães Jr., se iniciará o Ciclo de Conferências em sua homenagem, tendo como palestra de abertura "Os desafios de editar Euclides da Cunha", com a conferêncista Walnice Nogueira Galvão.


Na conferência, a Professora concentrará a análise em três das mais relevantes das contribuições do escritor, que são o Diário de uma expedição, a Epistolografia e Os sertões.

Nas próximas conferências serão abordados assuntos como: "Euclides da Cunha e o Exército", por José Murilo de Carvalho, no dia 18/8; "Euclides da Cunha e o Itamaraty", por Affonso Arinos, no dia 25/8; "Os Sertões: Uma epopéia dos vencidos", em 1/9, com José Maurício Gomes de Almeida; teremos Nísia Trindade Lima falando sobre "Euclides da Cunha e o pensamento social brasileiro" no dia 8/9; Francisco Foot Hardman, no dia 15/9, falando sobre "Euclides e a Amazônia"; "Confluências de linguagem em Euclides da Cunha e Guimarães Rosa", por Per Johns, em 22/9; Ricardo Ventura Santos, no dia 29/9, falando sobre "A antropologia de Os Sertões"; "Os fundamentos científicos em Euclides da Cunha", em 6/10, por José Carlos Barreto Santana; Moacyr Scliar falando sobre "A medicina nos tempos de Euclides da Cunha" em 13/10; "Euclides da Cunha jornalista", em 20/10, por Cícero Sandroni; e, finalizando o ciclo, teremos Alberto Venancio Filho, em 27/10, falando sobre "A recepção de Os Sertões"

Sob coordenação do Acadêmico Alberto Venancio Filho, o evento terá entrada gratuita mediante inscrição prévia até o dia 14 de agosto e transmissão ao vivo pelo portal da ABL. Serão fornecidos certificados de frequência.

Cilada - Festa Infantil

Quem topa casar assim?