Fernando Costa

Fernando Costa, com apenas 30 anos, já foi vice-presidente da União Guarulhense de Estudantes Secundaristas (UGES), Membro da executiva da União Paulista dos Estudantes Secundaristas (UPES) e vice-presidente da União Brasileira dos Estudantes Secundaristas (UBES). Foi assessor parlamentar durante cinco anos e responsável pela apresentação de inúmeros projetos de lei. Atualmente é editor do Jornal Primeira Página e Diretor Presidente da Agência FFC Publicidade.

04 junho 2009

ARTE NA FRANÇA 1860-1960 - O REALISMO

Arte na França 1860 -1960: O Realismo A partir de 16 de maio até 28 de junho de 2009

MASP apresenta abrangente exposição do Ano da França no Brasil

Cerca de setenta obras vindas de importantes museus franceses e da Coleção Berardo, de Lisboa, unem-se a mais 50 obras do acervo do MASP para compor uma importante exposição de arte comemorativa ao “Ano da França no Brasil”. Com patrocínio do Carrefour Soluções Financeiras, Arte na França 1860-1960: O Realismo permanece por quase dois meses no MASP e depois segue para o Museu de Arte do Rio Grande do Sul (MARGS), em Porto Alegre. Courbet, Monet, Van Gogh, Degas, Renoir, Cézanne, Balthus, Millet, Dérain, Miró, Dalí e Picasso são alguns dos artistas que integram a mostra.

Com esta exposição que reúne mais de cem obras produzidas sob influência do realismo francês, o MASP será sede da significativa exposição de arte do calendário de comemorações do “Ano da França no Brasil”. Com patrocínio do Carrefour Soluções Financeiras, a mostra Arte na França 1860-1960: O Realismo traz mais de cem obras-primas vindas da Coleção Berardo (Lisboa), de museus franceses, como Musée D’Orsay, Centre Pompidou, Musée de L’Orangerie, Fonds National D’Art Contemporain, Musée D’Art Moderne de la Ville de Paris, e de outras coleções como Museu Nacional de Belas Artes do Rio e Museu Lasar Segall, além de 50 obras do próprio acervo do MASP.
A exposição faz um percurso por um século de arte produzida na França e levanta as questões das diversas e contraditórias manifestações do Realismo. A mostra fica em cartaz de 16 de maio a 28 de junho e depois segue para o Museu de Arte do Rio Grande do Sul (MARGS), em Porto Alegre, onde será apresentada de 13 de julho a 30 de agosto de 2009.
A exposição cobre o período em que o realismo se afirma na arte francesa, e passa a influenciar o panorama cultural internacional, até o momento em que a arte feita nos EUA ascendeu ao primeiro posto.
E traz obras de artistas franceses e estrangeiros que produziram naFrança ou que por lá passaram, como Picasso, Dali, Vieira da Silva e Miró. Estão incluídos trabalhos dos diversos movimentos e escolas, abordadas sob a perspectiva do Realismo - seus pontos de partida, suas versões e propostas.
Nestes cem anos é possível perceber traços sucessivos de percepção do real: o tema desta exposição é a história desta interpretação, desta desfiguração e reconfiguração. No conjunto estarão inseridas obras de Courbet, Miró, Dalí, Douanier Rousseau, Monet, Picasso, Manet, Van Gogh, Degas, Renoir e Cézanne, entre outros, além de outras obras de brasileiros produzidas na França, como as de Cândido Portinari, Almeida Junior, Iberê Camargo, Lasar Segall e Guignard.

A curadoria é do francês Eric Corne, curador independente que já trabalhou para importantes museus do mundo, como o Instituto Valenciano de Arte Moderna e Museu Berardo, entre outros. Serão abordadas estilos compreendidos nos cem anos cobertos pela exposição e que se encerram com as manifestações da nova figuração narrativa no começo da segunda metade do século XX - passando pelo impressionismo, naturalismo, expressionismo, cubismo, surrealismo, dadaísmo e neo-realismo.


Av. Paulista, 1.578 - Cerqueira César - São Paulo – SP.
Horário: terça-feira a domingo e feriados, das 11h às 18h; quinta até 20h.
A bilheteria fecha uma hora antes.
Ingresso: R$ 15 (inteira) e R$ 7 (estudante), gratuito às terças-feiras e diariamente para menores de 10 anos e maiores de 60 anos. Informações: 11 3251 5644.
http://www.masp.art.br/

Instituto Inhotim





Com um acervo de, aproximadamente, 500 obras de mais de 100 artistas, a coleção de Inhotim vem sendo formada desde meados de 1980, com foco na arte produzida internacionalmente nos anos 1960 até os nossos dias.


Pintura, escultura, desenho, fotografia, vídeo e instalações de renomados artistas brasileiros e internacionais são exibidos em galerias espalhadas pelo parque botânico. Pavilhões abrigam exposições permanentes de Tunga e Cildo Meireles.


Em março de 2008, foram inauguradas duas novas galerias, uma dedicada a obras da artista Adriana Varejão e a segunda para abrigar o trabalho Neither (2004), da artista colombiana Doris Salcedo. Uma série de projetos especialmente comissionados por Inhotim estão atualmente em andamento e envolvem artistas como Doug Aitken, Matthew Barney, e Pipilotti Rist.Inhotim conta com uma direção artística que pretende responder às próprias características complexas da instituição.



A curadoria está a cargo de Allan Schwartzman, Jochen Volz e Rodrigo Moura. O fato de ser dividida entre profissionais, respectivamente, dos Estados Unidos, da Alemanha e do Brasil, é um reflexo de como a instituição pensa internacionalmente, promovendo livre trânsito entre a arte produzida no Brasil e no exterior.



Os curadores são responsáveis, conjuntamente, pelas exposições e pela expansão da coleção, além de darem apoio de conteúdo ao desenvolvimento institucional de Inhotim com projetos de educação e publicações, e outros aspectos da política cultural da instituição. Bienalmente uma nova mostra é apresentada, com o intuito de divulgar as novas aquisições e criar reinterpretações da coleção, e novos projetos individuais de artistas são inaugurados, fazendo de Inhotim um lugar em constante evolução.
Serviço:




MP pede abertura de inquérito contra Elói Pietá

O Ministério Público Estadual (MPE) pediu a abertura de inquérito policial para apurar suposto crime de responsabilidade contra o ex-prefeito de Guarulhos Elói Pietá. O homem que chefiou por oito anos a segunda maior cidade do Estado de São Paulo terá ainda seu patrimônio analisado para a verificação de um suposto enriquecimento ilícito durante o tempo em que esteve à frente da prefeitura da cidade. Tudo por causa de relatório do Tribunal de Contas do Estado (TCE) sobre a quebra na ordem de pagamento dos precatórios judiciais.O pedido de investigação foi feito pela promotora Maria Carolina Heloísa Souza e foi enviado à Delegacia Seccional de Guarulhos.

Os documentos somam cerca de 400 páginas, em dois volumes. São processos sobre as contas do município em 2005, que foram julgados irregulares em definitivo pela 2ª Câmara do TCE em junho de 2008. O relator do caso foi o conselheiro Pedro Arnaldo Fornacialli. Além dos precatórios, uma outra irregularidade foi apontada pelos conselheiros no repasse de juros e multas e pagamentos à Câmara Municipal.

No caso dos precatórios, contesta-se à administração de Guarulhos o pagamento de R$ 26 milhões supostamente fora da ordem de inscrição dos precatórios. Todo governo deve acertar esses débitos segundo a ordem em que eles são inscritos na prefeitura, para evitar possíveis favorecimentos ou atos arbitrários da administração.O Estado procurou Pietá na Fundação Perseu Abramo, da qual ele é vice-presidente, mas não o encontrou.


O advogado Eder Messias de Toledo, que defendeu a gestão Pietá nos processos do TCE, disse que tudo isso deve ser facilmente esclarecido e negou qualquer irregularidade nas contas do município. “Havia no orçamento o dinheiro para os precatórios, mas os sequestros judiciais impediam que a gente pagasse tudo”, afirmou. Segundo ele, não havia dinheiro para pagar, por causa dos sequestros.