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Fernando Costa
Fernando Costa, com apenas 30 anos, já foi vice-presidente da União Guarulhense de Estudantes Secundaristas (UGES), Membro da executiva da União Paulista dos Estudantes Secundaristas (UPES) e vice-presidente da União Brasileira dos Estudantes Secundaristas (UBES). Foi assessor parlamentar durante cinco anos e responsável pela apresentação de inúmeros projetos de lei. Atualmente é editor do Jornal Primeira Página e Diretor Presidente da Agência FFC Publicidade.
19 abril 2011
Caso Aécio: Quando a verdade vira pó
Direto: Blog do Paulinho.
O silêncio do jornal “Estado de Minas” sobre o vexame de Aécio Neves no caso do “bafômetro” era absolutamente esperado, levando-se em consideração que durante anos se calaram para assuntos ainda mais graves.
Boa parte da imprensa de Minas Gerais é comprometida com o tucano, seja por recebimento de “benefícios” ou até por ameaças à liberdade de expressão.
Aécio age em Minas da mesma maneira que Sarney no Maranhão, Collor em Alagoas e o clã ACM na Bahia.
Com a diferença de que é ainda mais perigoso, pois, diferente dos citados acima, que possuem o povo no cabresto, o mineiro dá as ordens na imprensa, formando a opinião daqueles que não possuem acesso à informação qualificada.
Ou seja, acaba prendendo a população na falta de verdade, na maneira como a notícia é tratada,e, por vezes, omitida.
O Brasil não pode se curvar a um novo “Collor de Mello”, com os mesmo hábitos, sejam eles de governo ou até patológicos.
Aécio “aspira” o poder, sem medir conseqüências, da mesma maneira como dirige sua vida pessoal.
Boa parte da imprensa de Minas Gerais é comprometida com o tucano, seja por recebimento de “benefícios” ou até por ameaças à liberdade de expressão.
Aécio age em Minas da mesma maneira que Sarney no Maranhão, Collor em Alagoas e o clã ACM na Bahia.
Com a diferença de que é ainda mais perigoso, pois, diferente dos citados acima, que possuem o povo no cabresto, o mineiro dá as ordens na imprensa, formando a opinião daqueles que não possuem acesso à informação qualificada.
Ou seja, acaba prendendo a população na falta de verdade, na maneira como a notícia é tratada,e, por vezes, omitida.
O Brasil não pode se curvar a um novo “Collor de Mello”, com os mesmo hábitos, sejam eles de governo ou até patológicos.
Aécio “aspira” o poder, sem medir conseqüências, da mesma maneira como dirige sua vida pessoal.
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