Fernando Costa

Fernando Costa, com apenas 30 anos, já foi vice-presidente da União Guarulhense de Estudantes Secundaristas (UGES), Membro da executiva da União Paulista dos Estudantes Secundaristas (UPES) e vice-presidente da União Brasileira dos Estudantes Secundaristas (UBES). Foi assessor parlamentar durante cinco anos e responsável pela apresentação de inúmeros projetos de lei. Atualmente é editor do Jornal Primeira Página e Diretor Presidente da Agência FFC Publicidade.

28 abril 2011

Direitos de transmissão

    Veja quanto levou cada clube com direitos de transmissão do campeonato Brasileiro 2012-2015.



  1. Corinthians $134 milhões


  2. Flamengo $100 milhões


  3. São Paulo $70 milhões


  4. Palmeiras $70 milhões


  5. Santos $64 milhões


  6. Atletico M. $60 milhões


  7. Fluminense $56 milhões


  8. Cruzeiro $53 milhões


  9. Grêmio $50 milhões


  10. Botafogo $42 milhões


  11. Bahia $30 Milhões


  12. Vitoria $30 milhões

20 abril 2011

Carro dirigido por Aécio está em nome de emissora

Senador teve que pagar multa de quase mil reais por se recusar a fazer teste do bafômetro na madrugada de domingo







Ao contrário do que informou a assessoria de Aécio Neves (PSDB-SP) no domingo, o carro que o senador dirigia quando foi parado em uma blitz no Rio de Janeiro não está em seu nome. A Land Rover pertence à Rádio Arco-Íris de Betim (MG), filiada da Joven Pan no município. A proprietária da rádio é a irmã do senador, Andrea Neves.


De acordo com o Ministério das Comunicações, o último licenciamento da rádio foi aprovado em março de 2004 e o veículo não possui débitos no processo de concessão. Segundo a assessoria de Aécio, o carro - que está em nome da rádio -, é compartilhado entre os irmãos quando eles estão em viagem ao Rio de Janeiro. Além do veículo, Andrea possui um apartamento na cidade. A Land Rover não consta na declaração do Imposto de Renda do senador.

Aécio teve sua carteira de habilitação apreendida na madrugada deste domingo durante uma blitz da Lei Seca, no bairro do Leblon. O político mineiro estava com o documento vencido e não quis fazer o teste do bafômetro. Por causa da recusa, Aécio teve que pagar multa de pouco mais de 957 reais.


Segundo a assessoria de imprensa do senador, ele pediu a um taxista para dirigir o veículo até sua residência a poucos quarteirões do local da blitz. A assessoria justificou a recusa do teste do bafômetro dizendo que uma vez constatado o vencimento do documento de habilitação e providenciado outro motorista para condução do veículo, o exame não foi realizado.


O episódio envolvendo Aécio gerou preocupação ao grupo de tucanos que o veem como expoente da oposição e possível candidato à Presidência em 2014. O fato ocorreu onze dias depois de o senador proferir um discurso de oposição no Plenário do Senado. Aécio deixou claro na ocasião que pretende liderar a oposição, bateu no PT e criticou o início da gestão da presidente Dilma Rousseff.



Mas os efeitos do discurso podem ser arranhados com o ocorrido no domingo.

19 abril 2011

Aécio e a censura a imprensa

Caso Aécio: Quando a verdade vira pó

Direto: Blog do Paulinho.


O silêncio do jornal “Estado de Minas” sobre o vexame de Aécio Neves no caso do “bafômetro” era absolutamente esperado, levando-se em consideração que durante anos se calaram para assuntos ainda mais graves.

Boa parte da imprensa de Minas Gerais é comprometida com o tucano, seja por recebimento de “benefícios” ou até por ameaças à liberdade de expressão.

Aécio age em Minas da mesma maneira que Sarney no Maranhão, Collor em Alagoas e o clã ACM na Bahia.

Com a diferença de que é ainda mais perigoso, pois, diferente dos citados acima, que possuem o povo no cabresto, o mineiro dá as ordens na imprensa, formando a opinião daqueles que não possuem acesso à informação qualificada.

Ou seja, acaba prendendo a população na falta de verdade, na maneira como a notícia é tratada,e, por vezes, omitida.

O Brasil não pode se curvar a um novo “Collor de Mello”, com os mesmo hábitos, sejam eles de governo ou até patológicos.

Aécio “aspira” o poder, sem medir conseqüências, da mesma maneira como dirige sua vida pessoal.

17 abril 2011

Aécio Neves: o novo bilionário

Sem renda oficial suficiente, Aécio compra, por R$ 12 milhões, apartamento que pertenceu a seu avô Tancredo Ex-assessor de Tancredo se assusta ao folhear relatório sobre o crescimento patrimonial do atual governador de Minas Gerais e afirma: “Quem diria, aquele jovem vindo do Rio de Janeiro, após a eleição de seu avô ao governo de Minas em 1982, trazendo em sua mochila bermudas e camisetas.




Seu primeiro terno foi comprado pronto na Mesbla, com recursos de seu avô”. Esta realidade assusta não só aos ex-assessores de Tancredo, mas a todos que conhecem a história de Aécio Neves. Jamais exerceu qualquer atividade empresarial, comercial ou industrial.




Desde 1983 exerceu apenas cargo público, ou seja, recebeu salário, primeiro no governo de Minas como assessor de seu avô, depois diretor de loterias na Caixa Econômica Federal e deputado federal por quatro mandatos, até ser governador de Minas.



Em 2006, após seu primeiro mandato de governador, seu patrimônio já gerava desconfiança. Porém, o crescimento após 2006 ultrapassa qualquer explicação. A não ser que o governador tenha ganhado três prêmios acumulados da mega-sena sozinho.



Aécio Neves, então candidato a governador de Minas em 2006, declarou ao TRE/MG um patrimônio total de R$ 831.800,53. Apenas três anos depois de eleito para o segundo mandato, o governador mineiro, apenas em uma aquisição, conseguiu ampliar 50 vezes seu patrimônio imobiliário, adquirindo a participação de todos os herdeiros de seu avô Tancredo no luxuoso apartamento situado em Copacabana, na cidade do Rio de Janeiro.



O total pago foi de R$ 12 milhões, à vista. Há um farto folclore sobre a suposta vocação dos mineiros para serem econômicos e demonstrarem conservadorismo na administração do dinheiro.


É bastante provável que a fama seja inteiramente injusta, mas a declaração de bens do governador de Minas bem que dá asas à ideia de que, “uai, tem mineiro guardando dinheiro no colchão, sô”. O economista Aécio Neves, 49 anos, informou à Justiça Eleitoral em 2006 que possuía em espécie R$ 150 mil. Declarou ainda um apartamento na cobiçadíssima Avenida Epitácio Pessoa, no bairro carioca de Ipanema, que apareceu na declaração de bens de Aécio com o preço de R$ 109,55 mil.




Ele não discrimina o número de dormitórios que tem o imóvel, mas uma rápida pesquisa em classificados de jornal mostra que o dinheiro é pouco até mesmo para comprar um “quarto/sala” por ali. O fato pode ter a ver com um hábito dos políticos.




Eles costumam utilizar nas informações prestadas à Justiça Eleitoral os valores dos imóveis constantes das declarações de Imposto de Renda. Nessas, o contribuinte é impedido de atualizar o valor do bem à luz dos preços de mercado porque o esfomeado Leão quer aumentar ao máximo a possibilidade de morder ganhos de capital elevados, aumentando artificialmente o lucro obtido pela eventual venda do imóvel.



Em tese, à Justiça Eleitoral, o candidato deveria informar o valor real do bem. Além do apartamento de seu avô, outros imóveis foram adquiridos no litoral, principalmente em Angra dos Reis. Em Angra, o preço dos imóveis ultrapassa o valor pago no apartamento de seu avô. Até mesmo dois imóveis no exterior seriam de propriedade do governador mineiro.



A maioria dos imóveis encontra-se registrado em nome de empresas, desta forma, o nome do governador não aparece. No contrato social também consta como sócia outra pessoa jurídica, uma empresa de “participação”. Entretanto, a maior parte do patrimônio do governador de Minas está em nome de empresas registradas em paraísos fiscais e em fundos internacionais, como ficou provado na investigação realizada pela Polícia Federal nos fundos administrados pelo Banco Opportunity, de Daniel Dantas.



Nestas investigações, diversas remessas realizadas desde 2003 por doleiros da Construtora Andrade Gutierrez e Camargo Correia foram identificadas como sendo para Aécio. Estes dados já se encontram em poder do Ministério Público e Receita Federal. Evidente que o governador mineiro encontra-se no grupo de brasileiros que estão “acima da lei”, a exemplo do senador José Sarney. Desta maneira, membros da Receita Federal entendem que dificilmente ele será punido. Na verdade, após a redemocratização do País, estes “senhores” organizaram o novo cenário de poder no Executivo, Legislativo e Judiciário.



As Cortes superiores de Justiça têm quase a totalidade de sua composição por indicação do presidente da República. “De 1985 até hoje, no STJ e STF já se renovou desta forma uma aliança entre Sarney, Collor, Fernando Henrique, Itamar e Lula representa uma ameaça para independência e estabilidade do sistema judicial”, afirma um ex-ministro do Supremo Tribunal Federal. Políticos próximos de Lula informam que a recente posição de Aécio e de seu “escudeiro” Itamar Franco contra o Governo Federal é em retaliação às investigações feitas pela Receita Federal. Senador do PSOL espera a presença da ex-secretária da Receita Federal, Lina Vieira, na Comissão de Constituição e Justiça do Senado para indagar a respeito da pressão feita por Dilma Rousseff em relação à investigação de Aécio.

Outra questão que está sendo apurada é a participação do governador junto com o deputado Nárcio Rodrigues (PSDB) e o presidente da Assembleia Legislativa mineira, deputado Alberto Pinto Coelho (PP), no mineroduto de 525 km de extensão para transportar o minério de ferro do sistema Minas-Rio, saindo de Conceição de Mato Dentro (MG) e chegando ao Porto de Açu, no Rio de Janeiro.



Obra que inclusive está para ser suspensa pelo Ministério Público Federal por irregularidades. A participação do governador mineiro no setor elétrico seria também através de uma empresa. No inquérito, assusta a omissão da Codemig em relação aos pedidos da empresa de Daniel Dantas para pesquisa e exploração de jazidas minerais que pertencem à empresa mineira. As investigações comprovam ainda que a diferença entre o valor declarado como da venda de nióbio de Araxá e o realmente recebido no exterior é escandaloso e estaria sendo administrado por um fundo pertencente ao Unibanco no exterior, que, por sua vez, vem aportando recursos no fundo que coincidentemente Aécio tem cotas.




Embora publicamente demonstre pouca amizade, Aécio é amigo desde a infância do proprietário do Unibanco, pois no mesmo prédio (apartamento adquirido por Aécio recentemente) sempre morou Walther Moreira Salles e seu avô Tancredo Neves. Um dos procuradores da República encarregados das apurações foi procurado e nada quis afirmar, apenas advertiu ao Novojornal: “Relatar a totalidade do patrimônio de Aécio Neves antes da apresentação da denúncia seria trazer descrédito para o caso”. O procurador tem razão, o crescimento patrimonial de Aécio realmente assustará, principalmente aos mineiros.




Embora o enriquecimento de governadores de Minas Gerais após o término do período militar tornou-se natural. Basta ver o patrimônio de Hélio Garcia e Newton Cardoso. Pouco visível fica o patrimônio de Itamar e Azeredo, que sempre utilizaram “intermediários” para tratar desses assuntos. A assessoria de imprensa do governador foi consultada, mas não retornou à reportagem.

CSI


CSI: Nova Iguaçu I from Fondo filmes on Vimeo.

Aécio é multado por dirigir com carteira vencida e bêbado... (Chupa Mineirada!)

O senador Aécio Neves (PSDB-MG) teve a Carteira Nacional de Habilitação apreendida durante uma blitz da Lei Seca, realizada na madrugada deste domingo, no Leblon. O parlamentar foi parado por volta das 3h, na esquina das ruas Bartolomeu Mitre e General San Martin, e se recusou a fazer o teste do bafômetro. Os fiscais da blitz constataram que a carteira de Aécio estava com a data de validade vencida. O documento foi apreendido, e o senador foi multado em R$ 957,70. Aécio só foi liberado ao chamar um amigo para dirigir o seu carro, uma Land Rover. Procurada para comentar o caso, a assessoria de imprensa do senador ainda não foi encontrada. Na mesma madrugada, o ex-prefeito de Magé Charles Cozzolino também foi parado pela Lei Seca. Ele se recusou a fazer o teste do bafômetro e teve habilitação e carro apreendidos, além de ter sido multado em R$ 957,70. A apreensão ocorreu na Avenida Brigadeiro Lima e Silva, no Centro de Duque de Caxias, na Baixada Fluminense.