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Fernando Costa
Fernando Costa, com apenas 30 anos, já foi vice-presidente da União Guarulhense de Estudantes Secundaristas (UGES), Membro da executiva da União Paulista dos Estudantes Secundaristas (UPES) e vice-presidente da União Brasileira dos Estudantes Secundaristas (UBES). Foi assessor parlamentar durante cinco anos e responsável pela apresentação de inúmeros projetos de lei. Atualmente é editor do Jornal Primeira Página e Diretor Presidente da Agência FFC Publicidade.
30 dezembro 2005
Hora oficial brasileira será atrasada em 1 segundo amanhã
É o Observatório Nacional, unidade de pesquisa do Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT), a instituição brasileira designada por lei para gerar, conservar e disseminar a Hora Legal Brasileira. Rastreado ao Bureau International des Poids et Mesures (BIPM), na França, o ON participa do Tempo Universal Coordenado (UTC) juntamente com os órgãos disseminadores de tempo e freqüência dos demais países.O Tempo Universal, antiga escala de tempo, refere-se, diretamente, à rotação da Terra. Porém, nos dias atuais, a hora transmitida provém dos relógios atômicos e é denominada Tempo Universal Coordenado (UTC). Internacionalmente, o BIPM trabalha em coordenação com o International Earth Rotation Service (IERS) que define, em que época do ano as correções no UTC, que são de um segundo inteiro, devem ser introduzidas, de tal forma que a diferença máxima entre as duas escalas seja de 0,9s (nove décimos de segundo), positivos ou negativos.Atualmente, a diferença acumulada entre o TAI e o UTC é de 32 segundos. Ou seja, o Planeta está freando cerca de 1,0s por ano, se considerarmos que desde 1972 até 2004 acumularam-se 32 segundos. De janeiro de 2006, 0h UTC, até o aviso posterior, o acúmulo será de 33s.Por recomendação do IERS, no próximo sábado (31), às 22h (hora de Brasília), a Hora Oficial Brasileira será ATRASADA em UM SEGUNDO. Para isso, durante 5 minutos antes e 5 minutos depois das 22h as transmissões da Hora Legal Brasileira serão suspensas em todos os meios -rádio, circulares, fax, telefone, e-mail etc.A última vez que o Serviço da Hora do ON atrasou os seus relógios foi em 31 de dezembro de 1998, às 22h. Desde 1972 até agora foram efetuadas correções nos dias 31 de dezembro ou 30 de junho, com exceção dos anos de 1984, 1986, 1987, 1995, 1998, 2000, 2001, 2002, 2003 e 2004, que não tiveram a correção.A Escala do Sistema Global Positioning System, GPS, não será alterada. Para cumprir as suas atribuições em tempo e freqüência, o ON dispõe de relógios atômicos de Césio, com exatidão de ± 5 x 10-13 em freqüência, e os equipamentos necessários ao fornecimento de sincronismo para sistemas localizados externamente, tais como: bancos, órgãos públicos, empresas de telecomunicação, bolsa de valores, bolsa de mercadorias, empresas públicas e privadas, e demais instituições demandantes do tempo legal em tempo real.
Educação se abre aos mais pobres
O plano de expansão das unidades dos centros federais de educação tecnológica (Cefets) e o Programa de Integração da Educação Profissional ao Ensino Médio, na Modalidade de Educação de Jovens e Adultos (Proeja), são as grandes realizações da Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica (Setec/MEC) em 2005.
Para a secretária adjunta Maria José Rocha Lima, “a grande crítica dos segmentos da educação é que as escolas técnicas atendem a classe média. Agora os centros federais vão acolher os adultos das classes menos favorecidas da população e cumprir com sua missão social de inclusão”, afirma. Neste ano, foi revogada uma lei que proibia o governo federal de investir sozinho na expansão da rede, sem parcerias. Isso abre caminho para a criação de 40 novas unidades de ensino.
Proeja - Em outubro e novembro deste ano, foram realizadas 15 oficinas pedagógicas com gestores de ensino visando capacitá-los para a implementação do Proeja. O objetivo do programa é atingir o Sistema S (formado pelo Sesi, Senai, Sesc, Senac, Sest, Senat, Senar e Sebrae) e atender à demanda gradualmente, oferecendo dez mil vagas em 2006 e mais 20 mil em 2007.
Escola de Fábrica - O programa, que realiza cursos de iniciação profissional dentro de empresas para jovens de baixa renda de 16 a 24 anos, também apresentou avanços. Está com 558 unidades e atende 12 mil alunos, incluindo os que estudam em empresas estatais. A meta é qualificar 40 mil jovens para o mercado de trabalho até o final de 2006.
Produção – Em 2006, a Setec pretende realizar a 1ª Jornada Nacional de Produção Científica e Educação Profissional e Científica, um simpósio nacional para definir quais Cefets serão transformados em universidades tecnológicas e uma confederação para estabelecer as diretrizes da política nacional, além da criação de um fundo para o financiamento da educação profissional.
Outras propostas para o próximo ano são: capacitação de professores sem formação pedagógica; ensino da história da África; realização da primeira avaliação da educação profissional; criação de parâmetros curriculares e de um catálogo nacional de cursos; implementação do centro de informação virtual e da certificação profissional; e estruturação do projeto Sintonia, para realizar cursos de acordo com a demanda do lugar.
Para a secretária adjunta Maria José Rocha Lima, “a grande crítica dos segmentos da educação é que as escolas técnicas atendem a classe média. Agora os centros federais vão acolher os adultos das classes menos favorecidas da população e cumprir com sua missão social de inclusão”, afirma. Neste ano, foi revogada uma lei que proibia o governo federal de investir sozinho na expansão da rede, sem parcerias. Isso abre caminho para a criação de 40 novas unidades de ensino.
Proeja - Em outubro e novembro deste ano, foram realizadas 15 oficinas pedagógicas com gestores de ensino visando capacitá-los para a implementação do Proeja. O objetivo do programa é atingir o Sistema S (formado pelo Sesi, Senai, Sesc, Senac, Sest, Senat, Senar e Sebrae) e atender à demanda gradualmente, oferecendo dez mil vagas em 2006 e mais 20 mil em 2007.
Escola de Fábrica - O programa, que realiza cursos de iniciação profissional dentro de empresas para jovens de baixa renda de 16 a 24 anos, também apresentou avanços. Está com 558 unidades e atende 12 mil alunos, incluindo os que estudam em empresas estatais. A meta é qualificar 40 mil jovens para o mercado de trabalho até o final de 2006.
Produção – Em 2006, a Setec pretende realizar a 1ª Jornada Nacional de Produção Científica e Educação Profissional e Científica, um simpósio nacional para definir quais Cefets serão transformados em universidades tecnológicas e uma confederação para estabelecer as diretrizes da política nacional, além da criação de um fundo para o financiamento da educação profissional.
Outras propostas para o próximo ano são: capacitação de professores sem formação pedagógica; ensino da história da África; realização da primeira avaliação da educação profissional; criação de parâmetros curriculares e de um catálogo nacional de cursos; implementação do centro de informação virtual e da certificação profissional; e estruturação do projeto Sintonia, para realizar cursos de acordo com a demanda do lugar.
Lula pede aprovação do FUNDEB em janeiro, antes da votação do orçamento.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva fez um apelo hoje aos deputados e senadores para que aprovem o Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb) em janeiro e antes da votação do Orçamento da União de 2006.
A proposta de emenda constitucional que cria o fundo foi aprovada por uma comissão especial da Câmara dos Deputados e deve ser votada em plenário durante a convocação extraordinária do Congresso Nacional. O presidente explicou que, se o fundo for aprovado depois do orçamento, o R$ 1,3 bilhão previsto para ser gasto no próximo ano com o fundo só poderá ser aplicado em 2007.
"O Fundeb tem de ser votado antes do orçamento. Quem quiser votar contra não estará prejudicando o presidente da Republica, mas estará prejudicando milhões e milhões de crianças que poderão estar estudando no ano que vem", disse Lula.
"Eu acho que não há interesse de nenhum deputado e de nenhum senador de fazer com que as crianças brasileiras percam um ano com coisas menores da política nacional ou porque o ano que vem é eleitoral."
Nos primeiros quatro anos de vigência do Fundeb, os investimentos nas creches e nos ensinos infantil, fundamental e médio devem chegar a R$ 4,5 bilhões. Lula fez o apelo hoje durante a assinatura de 18 convênios com instituições federais de ensino superior de 14 estados para a construção de centros universitários no interior do país. O ministro da Educação, Fernando Haddad, também participou da cerimônia.
Haddad informou que nesta tarde se reunirá com o relator do Orçamento, deputado Carlito Merss (PT-SC), para tratar do Fundeb. Segundo ministro, o relator "se comprometeu com o Executivo a incluir o dinheiro necessário para que o fundo se estabeleça já em 2006". "Temos muita segurança de que o fundo estará em vigor já em 2006", afirmou o ministro.
36º CONUBES DISCUTE A DEMOCRATIZAÇÃO DO ACESSO ÀS UNIVERSIDADES PUBLICAS EM TODO PAÍS
36º CONUBES discute a democratização do acesso às universidades públicas em todo país
Eles já somam mais de dois mil estudantes vindos de São Paulo, Acre, Bahia, Pernambuco e outras unidades da federação para participar da 36ª edição do Congresso da União Brasileira dos Estudantes (CONUBES). O encontro, realizado no Minas Tênis Clube em Brasília, termina no próximo domingo, dia 11.
Na manhã desta sexta-feira, dia 9/12, os estudantes fizeram uma manifestação, com o apoio da UBES e da UNE, em solidariedade ao povo da Síria. Eles defendem que a Síria é um país com a mesma situação do Iraque e do Afeganistão que são desmoralizados pela maior potência do mundo, os EUA.
Ainda pela manhã, foram iniciados os debates do CONUBES. O que teve mais repercussão foi o que colocou em pauta o sistema de cotas e a reserva de vagas no Ensino Superior. Entre os palestrantes estavam o relator do projeto de lei da Reserva de Vagas na Câmara dos Deputados, deputado Carlos Albicalil; o representante da ONG Educafro, Frei Davi; o ex-pró-reitor da UFRJ e representante do Ministério da Educação (MEC), André Lázaro, além do secretário de políticas institucionais da UBES, Thiago Franco.
Frei Davi, defensor do sistema de cotas, afirmou aos estudantes presentes que as universidades públicas têm porta de entrada apenas para os alunos das escolas de ensino médio particulares, pois estes teriam condições de pagar por um cursinho preparatório, que nomalmente tem custo equivalente ao das mensalidades praticadas nas escolas privadas de ensino médio. "Precisamos mudar os critérios de seleção dos vestibulares, onde seria avaliada a capacidade qualitativa do candidato e não a chamada decoreba", afirmou o representante da Educafro.
O representante do MEC, André Lázaro, acha que o Governo Federal tem acertado nas políticas públicas voltadas para a educação no Brasil. Segundo ele, uma das vitórias do ministério da educação é a inserção de 98% das crianças de 7 a 14 anos no Ensino Fundamental. Para ele, a UBES e a UNE vão ajudar o governo a conquistar o acesso a educação que é "um instrumento de luta para a igualdade". O secretário de políticas institucionais da UBES, Thiago Franco, também concorda com os palestrantes e concluiu o debate dizendo que "a reserva de vagas para as minorias é, atualmente, uma das principais reivindicações da União Brasileira dos Estudantes Secundaristas".
Eles já somam mais de dois mil estudantes vindos de São Paulo, Acre, Bahia, Pernambuco e outras unidades da federação para participar da 36ª edição do Congresso da União Brasileira dos Estudantes (CONUBES). O encontro, realizado no Minas Tênis Clube em Brasília, termina no próximo domingo, dia 11.
Na manhã desta sexta-feira, dia 9/12, os estudantes fizeram uma manifestação, com o apoio da UBES e da UNE, em solidariedade ao povo da Síria. Eles defendem que a Síria é um país com a mesma situação do Iraque e do Afeganistão que são desmoralizados pela maior potência do mundo, os EUA.
Ainda pela manhã, foram iniciados os debates do CONUBES. O que teve mais repercussão foi o que colocou em pauta o sistema de cotas e a reserva de vagas no Ensino Superior. Entre os palestrantes estavam o relator do projeto de lei da Reserva de Vagas na Câmara dos Deputados, deputado Carlos Albicalil; o representante da ONG Educafro, Frei Davi; o ex-pró-reitor da UFRJ e representante do Ministério da Educação (MEC), André Lázaro, além do secretário de políticas institucionais da UBES, Thiago Franco.
Frei Davi, defensor do sistema de cotas, afirmou aos estudantes presentes que as universidades públicas têm porta de entrada apenas para os alunos das escolas de ensino médio particulares, pois estes teriam condições de pagar por um cursinho preparatório, que nomalmente tem custo equivalente ao das mensalidades praticadas nas escolas privadas de ensino médio. "Precisamos mudar os critérios de seleção dos vestibulares, onde seria avaliada a capacidade qualitativa do candidato e não a chamada decoreba", afirmou o representante da Educafro.
O representante do MEC, André Lázaro, acha que o Governo Federal tem acertado nas políticas públicas voltadas para a educação no Brasil. Segundo ele, uma das vitórias do ministério da educação é a inserção de 98% das crianças de 7 a 14 anos no Ensino Fundamental. Para ele, a UBES e a UNE vão ajudar o governo a conquistar o acesso a educação que é "um instrumento de luta para a igualdade". O secretário de políticas institucionais da UBES, Thiago Franco, também concorda com os palestrantes e concluiu o debate dizendo que "a reserva de vagas para as minorias é, atualmente, uma das principais reivindicações da União Brasileira dos Estudantes Secundaristas".
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