Fernando Costa

Fernando Costa, com apenas 30 anos, já foi vice-presidente da União Guarulhense de Estudantes Secundaristas (UGES), Membro da executiva da União Paulista dos Estudantes Secundaristas (UPES) e vice-presidente da União Brasileira dos Estudantes Secundaristas (UBES). Foi assessor parlamentar durante cinco anos e responsável pela apresentação de inúmeros projetos de lei. Atualmente é editor do Jornal Primeira Página e Diretor Presidente da Agência FFC Publicidade.

17 novembro 2010

Irmãos Perrellas indiciados por crime contra sistema financeiro

O deputado Zezé Perrella e seu irmão Alvimar Perrella foram indiciados por crime contra o sistema financeiro nacional em inquérito aberto pela Polícia Federal para investigar denúncia de enriquecimento ilícito. Como dirigentes do Cruzeiro, eles são acusados de lavagem de dinheiro e evasão de divisas na venda para o exterior do zagueiro Luisão, numa suposta negociação de fachada com um clube do Uruguai.

De acordo com o inquérito conclusivo da PF, em agosto de 2003, o jogador teve os direitos federativos negociados por US$ 2,5 milhões. Inicialmente, o destino dele seria o Central Espanhol Futebol Clube, time de pouca expressão de Montevidéu. Três dias depois, o clube uruguaio aceitou vendê-lo para o Benfica, de Portugal, por exatos US$ 1.597.791, 61, quase US$ 1 milhão a menos que o divulgado.

A PF sustenta que se trata de uma ponte comercial usada para ocultar recursos não declarados ao fisco. O relatório mostra que, para dificultar o rastreamento dos dólares, os valores ocultados na suposta negociação de fachada voltaram irregularmente para o Brasil e teriam sido pulverizados na contabilidade de empresas supostamente controladas pelos dirigentes cruzeirenses.

No início do mês, outro inquérito foi instaurado contra os Perrellas. Desta vez, para investigar a negociação do volante Ramires. Ele foi vendido ao Benfica por 7,5 milhões de euros, mas a PF tem fortes indícios de que também teve passagem relâmpago pelo time uruguaio.

16 novembro 2010

Cruzeiro - Fundado por facistas e dirigido por bandidos.

No vídeo abaixo muitos lances polêmicos, entre impedimentos, gols e pênaltis não marcados que privilegiaram o Cruzeiro no Campeonato Brasileiro.

É bom lembrar o jogo do Cruzeiro contra o Ipatinga na semifinal do campeonato mineiro, que o Ipatinga foi lesado pela arbitragem mais comprometida da historia.

Posso afirmar o Cruzeiro é dirigido por bandidos, o que reflete diretamente na atuação dos seus jogadores.

Roger enalteceu a teoria da conspiração, e você sabe o motivo pelo qual, o chinelinho do Roger saiu vazado do Corinthians? Porque era um jogador vagabundo, que não treinava, não jogava e fazia conspiração contra técnico. O cara simplesmente não tem moral.

Fabrício é um moleque, e está no time certo, sua postura no jogo demonstra bem isso. No vídeo ele se joga fora da área e o juiz dá pênalti. Porque não ficou tão revoltado?

Eu já vi o Cruzeiro ser beneficiado por inúmeras vezes, não é de hoje que o time dos Perrelas tem o famoso apito amigo. Talvez a revolta seja essa, não estão acostumados com um juiz que não ajuda o timinho azul.

Isso é o Cruzeiro fundado por facistas e dirigido por bandidos.

Time covarde!


21 outubro 2010

Réplicas de obras do Masp são espalhadas por São Paulo

Imagine se deparar obras de Van Gogh, Renoir ou Goya no muro de uma movimentada rua de São Paulo. É exatamente esta cena que poderá ser vista a partir do dia 1º de outubro por ruas como Consolação e Estados Unidos. A iniciativa vem do Masp, que reproduz 40 obras de ser acervo, a partir do projeto ReveARTE. A ação conta ainda com o trabalho do fotógrafo Ary Diesendruck. Ele e sua equipe vão registrar as reações do público, diante das obras expostas.

Mais visitado museu do país, o Masp reúne em seu acervo milhares de obras emblemáticas da arte produzida na Europa e América nos últimos 500 anos. As reproduções selecionadas pelo curador do museu, Teixeira Coelho, terão legendas explicativas e serão distribuídas em uma região centralizada a partir da sede do MASP, com distância de até 1,5 km. O quadrilátero é formado pelas ruas da Consolação e Estados Unidos, avenidas Radial Leste-Oeste e Brig. Luís Antônio, com ênfase no eixo da Av. Paulista.

O registro do projeto e a reação popular a essa intervenção urbana dará origem a um catálogo com 48 páginas, produzido pela Metalivros, com textos de Teixeira Coelho. Além de fotos dos ambientes onde foram expostas as cópias, reações e depoimentos de donos de estabelecimentos comerciais cujos muros abrigarão as obras, o catálogo trará ainda as primeiras repercussões da iniciativa na mídia.

Dúvidas de português e matemática? Tire no metrô Consolação e Brás

Oito professores de português e matemática estão nas estações do metrô Consolação e Brás esclarecendo as dúvidas de gramática dos usuários que passam pelo local.

O serviço de Tira-Dúvidas funciona em uma sala de 50 metros e em uma semana já atendeu cerca de cem pessoas. Até o fim deste ano as estações Santana, Tatuapé e Cidade Universitá Universitária também ganharam postos do Tira-Dúvidas.

São Paulo ganhará dois museus em 2011

Celebrando dois anos de vida no dia 29 de setembro, o Museu do Futebol arranca elogios do público que o visita. Nesse período, levou 800 mil pessoas, amantes da prática e seus acompanhantes e convidou a conhecerem um pouco mais dessa paixão nacional. Inspirado na sua interatividade, a cidade de São Paulo ganhará, até o fim de 2011, mais dois outros museus: o Museu da História de São Paulo e o Museu da Tolerância.



Museu da História de São Paulo Até o final de 2011 a cidade de São Paulo ganhará mais um museu. Esse dedicado a contar a história da metrópole. Como divulgou o jornal Folha de São Paulo, o museu está previsto para ser inaugurado em setembro de 2011 sob orçamento de 52 milhões de reais. A arquitetura ficará a cargo de Pedro Mendes da Rocha. A curadoria do museu pelo jornalista Roberto Pompeu de Toledo, autor de “A Capital da Solidão”. Para o museu estão previstas maquetes e ambientações cinematográficas que irão recriar a história da cidade escolhida para ser contada antes da vinda dos portugueses para o local até meados da década de 1980. Museu da Tolerância, da USP Previsto para o primeiro semestre de 2011, o Museu da Tolerância na Universidade de São Paulo. Com a missão de ser uma escola interativa será construído no terreno localizado dentro da USP.



Projeto para Museu da Tolerância
A ideia do Museu é que ele atue como um espaço vivo, onde pensamentos e ideias sejam debatidos continuamente. E que a produção de seu conteúdo esteja totalmente sincronizada com o portal “Rumo a Tolerância”, que servirá como um museu virtual. Com o objetivo de desenvolver a cultura da paz, o museu deverá ter galerias para exposições, salas de multimídia, sala de convivência e espaço voltado a atividades do Laboratório de Estudos sobre a Intolerância (LEI) da Usp.



Museu do Perfume Inaugurado recentemente, o Espaço Perfume Arte + História é um verdadeiro “museu do perfume”. Criado para ser interativo nos moldes do Museu do Futebol e Museu da Língua Portugues, o museu oferece curiosidades sobre o produto que tem mais de cinco mil anos de história

Inscrições abertas para Virada Cultural Paulista 2011

A Secretaria de Estado da Cultura abre o período de inscrições para recebimento de propostas de espetáculos de teatro, música, dança, circo e outras modalidades artísticas, dos artistas e grupos que desejam participar do Circuito Cultural Paulista 2011 e da Virada Cultural Paulista 2011.

Os interessados devem preencher o formulário de inscrição online no hotsite até o dia 30 de novembro.

É preciso disponibilizar, entre outros dados, links para visualização (no caso de espetáculos de artes cênicas) ou audição (no caso de shows musicais), na íntegra, em site oficial, youtube ou myspace. As inscrições vão até o dia 30 de novembro e depois da avaliação, as equipes de cada programa entrarão em contato com os selecionados.

Circuito Cultural Paulista 2011

O Circuito Cultural Paulista tem como objetivo levar uma programação regular para cidades do interior e do litoral do Estado de São Paulo.

Espetáculos de teatro, música, dança e circo, além de exibição de filmes e oficinas com os grupos, acontecem de março a novembro, uma vez por mês, em cada município participante. Cada grupo faz no mínimo uma apresentação e no máximo seis apresentações, que ocorrem em finais de semana. Em 2010, 70 municípios receberam mais de 700 espetáculos, proporcionando à população uma agenda cultural diversificada e, aos artistas, acesso a novos públicos. O programa acontece de março a novembro.

Virada Cultural Paulista 2011

A Virada Cultural Paulista é o maior evento cultural do interior do Estado de São Paulo. O evento permite o acesso de pessoas que estão distantes dos grandes centros á programação artística de qualidade. Espetáculos de música, teatro, dança e circo, exibição de filmes, exposições, manifestações de culturas tradicionais, literatura, arte de rua são realizados em praças, ruas, teatros, salas de cinema e centros culturais ao longo de 24 horas de programação.

Em 2010, 30 cidades participaram da Virada, com um total de 1.070 atividades e mais de 2.000 artistas e técnicos envolvidos.

Funarte libera documentos raros na web

Documentos raros que remetem a diversos capítulos da história cultural brasileira podem a partir de agora ser consultados em todo o mundo via web. Os itens, que fazem parte do acervo do Centro de Documentação e Informação da Fundação Nacional de Artes (Cedoc/Funarte), começaram a ser difundidos graças ao projeto Brasil Memória das Artes.

No dia 21 de outubro, às 20h, os resultados desse trabalho são apresentados em evento na Sala Guiomar Novaes, do Complexo Cultural Funarte São Paulo.

Criado pela Funarte e viabilizado com patrocínio da Petrobras, do Itaú Cultural e da CSN, por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura, o projeto permitiu que fotos, filmes, desenhos, publicações, partituras, arquivos sonoros e textos fossem higienizados, acondicionados, catalogados, digitalizados e, enfim, lançados na rede.

Entre as coleções que vêm sendo colocadas ao alcance dos internautas, merece destaque a que se refere ao teatro de revista brasileiro e seu principal representante, o produtor Walter Pinto. Com coreografias, cenários e figurinos grandiosos, coro e orquestra numerosos, os espetáculos da companhia de Walter Pinto fizeram sucesso entre os anos 1940 e 1960 e renovaram o gênero da revista. O acervo inclui programas, textos, partituras, fotos e propagandas de espetáculos.

O material está disponível em uma área exclusiva do Portal das Artes. O espaço, que recebeu o nome do Brasil Memória das Artes, guarda materiais diversos sobre outros grandes nomes das artes brasileiras, como Cartola, Nelson Rodrigues e Augusto Boal. O conteúdo, formado por itens das coleções Foto Carlos, João Ângelo Labanca, Projeto Pixinguinha e Série Depoimentos, entre muitas outras, está contextualizada por textos e vídeos inéditos, produzidos pela equipe do Portal.

A coleção do Cedoc é ampliada constantemente, com doações de novos itens. Muitas vezes, são os próprios artistas e pesquisadores, ou seus familiares, que confiam à Funarte a salvaguarda de acervos pessoais. Devido a essa dinâmica, o Brasil Memória das Artes foi criado como um projeto de ação continuada para difusão das artes brasileiras. Ao desvelar seu acervo, que até então só podia ser consultado em visitas à Biblioteca Edmundo Moniz, no Rio de Janeiro, a Funarte oferece a pesquisadores de todo o mundo um importante instrumento de trabalho.

Os arquivos do Cedoc vêm sendo digitalizados desde 2000, mas boa parte do material ainda é inédita na web. Exemplo disso são os áudios dos shows do Projeto Pixinguinha, gravados desde 1977 e agora disponibilizados na rede. A primeira iniciativa de difusão de acervo foi feita em 2006, quando a Funarte pôs na internet o Canal Virtual, que reunia acervo sonoro e fotográfico. O final do ano de 2009 foi marcado pelo lançamento do Portal das Artes, que ampliou o acesso aos conteúdos do Cedoc e integrou os ambientes on-line da Funarte.

SAP Brasil realiza evento voltado para o setor financeiro

A SAP Brasil, líder mundial em software de negócios, realizará nos dias 20 e 21 de outubro, no Hotel Unique, em São Paulo, o Financial Services Industry Leaders Summit Latin America 2010. O objetivo do evento é reunir os principais bancos da América Latina para discutir o futuro e a liderança no setor bancário.


Com o tema liderando o amanhã dentro da indústria financeira, o evento reunirá os principais executivos das mais representativas instituições financeiras da América Latina para compartilhar experiências, estreitar relacionamento, discutir tendências e trocar idéias sobre perspectivas econômicas, rentabilidade bancária, branding e posicionamento de marca, entre outros temas. O encontro contará com a presença do Presidente da SAP Latin America, Rodolpho Cardenuto e do Vice-presidente de Serviços Financeiros da SAP Latin America, Tonatiuh Barradas, além dos Bancos Bradesco, Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Banorte, Banco Mercantil do Brasil (BMB), Banco Ripley, Grupo Financiero Interacciones, Banco Macro Bansud e Safra entre outros.

20 outubro 2010

Podcast do José Simão

O trio formado pelos jornalistas José Simão, Ricardo Boechat e Luiz Megale comandam o quadro mais divertido, espirituoso e sincero do rádio brasileiro.

Quer ouvir clique aqui

Pacientes entram na fila antes de ficar doentes para garantir vaga na UTI de hospitais


Depois de quatro mortes no Rio provocadas por falta de vagas na UTI dos hospitais públicos, os pacientes tomaram uma medida radical. Antes mesmo de ficar doentes, muitos estão indo para a porta dos hospitais e aguardando em filas. “É uma forma de garantir um lugar.
A gente nunca sabe o que pode acontecer”, disse Renato Teixeira, de 69 anos, que era o primeiro da fila em frente ao hospital Souza Aguiar, no Centro da cidade. Mas poucos são tão precavidos como a doméstica Isabela Teixeira.
Aos 39 anos, grávida, ela aguardava em pé. “Vou ficar aqui com meu filho quando ele nascer. Quem sabe ele consegue ser atendido antes dos 50?”, perguntou ela.

+ noticias clique aqui
Fonte: Sensacionalista

16 outubro 2010

2 anos de Blog

Amigos,

Este espaço completa dois anos, e neste tempo foram mais de nove mil visitas, inúmeros posts e alguns comentários.


A grande maioria que acompanha são familiares, amigos e pessoas incluídas em uma mala direta com dois mil endereços eletrônicos.



Já publiquei de tudo: Política, vídeos, noticias, musica, cinema e humor.



O Google passou a publicar as estatísticas de cada blog, agora consigo ter uma idéia do alcance obtido aqui, são números interessantes que compartilho com vocês.



No mês de setembro o recorde de 830 visitas, número expressivo, já que não mantenho nenhum tipo de publicidade.



E por incrível que pareça a postagem mais lida não passa de brincadeira do Blog Sensacionalista sobre o Show com Maria Gadú na posse da Dilma. Cerca de 400 pessoas entraram no blog procurando a noticia em apenas um dia. E aí virou confusão, porque muita gente acreditou e saiu espalhando, e virou discussão no twitter, nos blogs e sites.



Mas o que me chamou a atenção de verdade foram os acessos fora do Brasil, aproveito e também participo os números de acessos por navegador e sistema operacional.

Visualizações por país:





Estados Unidos 258
Rússia 32
França 22
Holanda 22
Espanha 17
Iraque 17
África do Sul 17
Emirados Árabes Unidos 16
Itália 16




Visualizações de página por navegador


Internet Explorer 76%


Firefox 13%


Chrome 6%


Opera 2%


Safari 1%
Visualizações de página por sistema operacional
Windows 98%
Java <1%>
Netscape <1%>
OneRiot <1%>
chromeframe <1%>
Jakarta Commons-HttpClient <1%>
Macintosh <1%
Other Unix <1%>
Linux <1%
iPhone <1%>

07 outubro 2010

Dilma já cogita virar freira para ganhar votos de religiosos: “Estou fazendo abstinência involuntária há anos”



Depois de se dizer “à favor da vida” e manda todo mundo “ficar com Deus” a cada pronunciamento, agora a candidata do PT à presidência da República, Dilma Roussseff, está pensando em virar freira. O objetivo é arrebanhar votos de católicos e evangélicos, que estariam fazendo uma corrente por todo o país contra ela, que seria a favor da legalização do aborto e da união civil de homossexuais. Na última terça-feira, a candidata, que se diz de família católica, teve um encontro secreto com o Padre Marcelo, para discutir a possibilidade e também seu apoio.


Dilma pensou antes em se tornar pastora evangélica, mas seus assessores de campanha disseram que freira seria melhor, já que pastores precisam ser ótimos oradores. A amigos, Dilma tem dito que virar freira traria poucas tansformações em sua vida. “Já estou fazendo abstinência involuntária há anos”.

A música e seus rumos...

A música é "We No Speak Americano" e ganhou várias versões e virou balada na noite. Mas como sempre os brasileiros não ficaram para trás e criaram sua própia versão.

Versão original...





A versão remix....




E a versão brasileira...


22 setembro 2010


Chuva em fotos
















Dilma confirma shows de Ana Carolina, Maria Gadú e Ângela Ro Ro para cerimônia de posse

Quarta, 22 de Setembro de 2010

Demonstrando confiança na vitória ainda no primeiro turno, o comitê organizador da campanha da candidata do PT à Presidência, Dilma Rousseff, reservou uma série de shows para a cerimônia de posse, no dia 1º de janeiro. Entre os artistas convidados pela candidata estão as cantoras Ana Carolina, Maria Gadú e Ângela Ro Ro.

"São mulheres fortes como ela, que levam o nome do Brasil para o mundo de uma maneira ativa, nunca passiva, como a Dilma", disse Heitor Dirceu, coordenador da parte cultural da campanha do PT. A oposição já achou no nome das cantoras um padrão que chamou de "curioso". João Losser, do comitê do tucano José Serra, apontou que todas as cantoras têm a letra "a" no nome mais de uma vez.

A candidata Marina Silva, do PV, foi mais longe e disse em entrevista que a eleição de Dilma é um retrocesso para o Brasil. "Se a Dilma ganhar, o Brasil perde a oportunidade de ter sua primeira presidente mulher", disse Marina.

Médium paraibano confirma que Justin Bieber é a reencarnação branca de Michael Jackson

O médium paraibano Alan Xavier declarou ontem que, segundo fontes do Além, o ídolo teen Justin Bieber é mesmo a reencarnação do Rei do Pop Michael Jackson, morto em junho do ano passado. Perguntado sobre o fato de Bieber ter nascido antes da morte de MJ, Xavier explicou que existem "reencarnações artísticas": mais do que a alma, é o talento que reencarna.


Não à toa o sucesso de Bieber no You Tube, onde ele foi descoberto, começou a acontecer no mesmo mês da morte de Michael. O médium explicou ainda que a profusão de plásticas e tratamentos para clarear a pele feitos pelo cantor originaram uma reencarnação bem diferente dele: Bieber tem a mesma voz fina, de mocinha, mas é branco, louro e de nariz afilado como MJ sempre desejou ser. Alan Xavier é o mesmo médium que afirmou que Lady Gaga é a reencarnação de Freddie Mercury.

Comerciais - Atletico MG


21 setembro 2010

Recordes

Update:


A chuva de granizo que ocorreu em Guarulhos na tarde de terça-feira é descrita por especialistas como a de maior intensidade já ocorrida no país.

Agora fudeu!

Guarulhense vai dizer que mora na cidade do gelo!

Vão dizer que batemos mais um recorde!

Lembrando...

Recordes guarulhenses:

  1. A cidade que trata 0% do seu esgoto;
  2. A cidade que mais vende tinta de cabelo "Caju 12";
  3. Cidade com maior números de favelas do Brasil;
  4. Cidade com maior numero de mulheres feias, barrigudas e mal vestidas;
  5. Cidade com o Shopping mais feio do Brasil;
  6. Centro de cidade mais cafona do país;
  7. Maior aeroporto do Brasil;
  8. Cidade com maior numero de jornais impressos;
  9. Cidade com maior numero de funcionários públicos petistas do Brasil;
  10. Maior vendedora de "Churros" do Brasil.

Prémios honorários

  1. Cidade mais feia do Estado de São Paulo
  2. Cidade "Ocisosa".
  3. Cidade Dormitório.
  4. Cidade Paraibana

Mas agora ninguem segura Guarulhos.... Se você é Guarulhense.... Comemore!! Agora guanhamos mais um titulo "Cidade do Gelo".

Chuva de Granizo cobre as ruas de Guarulhos 2 (Video amador)

Bairros inteiros de Guarulhos foram cobertos por granizo

Chuva de Granizo cobre as ruas de Guarulhos

Amigos,

Fiz esse vídeo ontem no bairro do Gopouva em Guarulhos, o gelo fez a festa da criançada da região. Foi a única vez que Guarulhos ficou parecida com uma cidade europeia (Mentira). Na verdade nem o gelo ajudou!
Vamos a noticia......

Uma forte chuva, na tarde desta terça-feira, cobriu telhados e ruas da cidade de Guarulhos, na Grande São Paulo, de gelo. O Corpo de Bombeiros registrou ao menos dez ocorrências referentes ao temporal.

De acordo com o Climatempo, a grande quantidade de granizo que caiu em Guarulhos foi causada por um fenômeno chamado cumulonimbos, que tem como característica se formar quando há grande umidade e elevadas temperaturas.



15 setembro 2010

Placar divulga gastos do futebol brasileiro

Quanto custa a folha de pagamento do seu time

Ranking dos clubes

1. Corinthians $ 5,05 Milhões
2. Internacional $ 5 Milhões
3. Santos $ 4,8 Milhões
4. Fluminense $ 4,2 Milhões
5. Palmeiras $ 4 Milhões
6. São Paulo $ 4 Milhões
7. Flamengo $ 3,5 Milhões
8. Cruzeiro $ 3,4 Milhões
9. Grêmio $ 3,2 Milhões
10. Atlético Mineiro $ 2,9 Milhões
11. Vasco $ 2,35 Milhões
12. Botafogo $ 2.1 Milhões

Ranking dos jogadores

1. Ronaldo (Corinthians) $ 1,8 Milhão
2. Deco (Fluminense) $ 550 mil
3. Daivid (Flamengo) $ 475 mil
4. Fred (Fluminense) $ 460 mil
5. Kleber (Palmeiras) $ 373 mil
6. Neymar (Santos) $ 305 mil
7. Roberto Carlos (Corinthians) $ 300 mil
8. Felipe (Vasco) $ 300 mil
9. D’Alessandro (Internacional) $ 300 mil
10. Rafael Sobis (Internacional) $ 300 mil


Ranking dos Técnicos

1. Felipão $ 700 mil
2. Muricy $ 550 mil
3. Luxemburgo $ 500 mil
4. Dorival Junior $ 350 mil
5. Adilson Batista $ 300 mil
6. Celso Roth $ 300 mil
7. Joel Santana $ 270 mil
8. Renato Gaucho $ 260 mil
9. Cuca $ 230 mil
10. PC Gusmão $ 150 mil
11. Silas $ 150 mil

Curiosidades:


Mano Menezes recebe $ 400 mil, o novo técnico da seleção abriu mão dos $ 500 mil que recebia do Corinthians.

Ronaldo é o maior salário do futebol brasileiro, em compensação já gerou 50 milhões para o Corinthians com publicidade.

Luxemburgo custa $ 225 mil cada ponto conquistado por ele no Brasileirão.

Além do salário, Neymar vai receber $ 125 mil de contratos publicitários todo mês.


No Corinthians os reservas Souza e Edu recebem $ 375 mil

O técnico do São Paulo Baresi recebe $ 20 mil


O Palmeiras deu como garantia de empréstimo de $ 39 milhões ao banco BMG seus direitos de televisão dos próximos cinco campeonatos paulista.

Lula interrompe a agenda para ir à reunião de condomínio resolver problemas de Dilma




Depois de aparecer no programa do PT para responder a ataques do PSDB no episódio do sigilo, o presidente Lula interrompeu a agenda para ir à reunião de condomínio de Dilma Rousseff. Na encontro os condôminos decidiriam se as crianças do prédio podem ou não jogar bola no play, já que a prática de esportes está desgastando o piso. Lula votou pela liberação. Na saída, o presidente explicou porque está resolvendo os problemas d de Dilma. "Ela pode sim fazer isso e muito mais, só estou aqui para dar uma força", disse ele.

Nova pesquisa Ibope mostra que Serra perderia até para o Flamengo






Um novo levantamento do Ibope revelou que se as eleições fossem hoje o candidato do PSDB à presidência perderia até para um adversário que não vence ninguém: o Flamengo. De acordo com a pesquisa, as denúncias de quebra de sigilo e favorecimento não atingiram a candidatura de Dilma Rousseff. Conforme o sensacionalista publicou com exclusividade, a candidata petista disparou depois de anunciar que quebrará o sigilo dos maridos das eleitoras.

11 setembro 2010

Definição do voto

Restam poucos dias para eleição e chegou à hora de definirmos o voto.

Minhas escolhas são baseadas na minha experiência atuando na política por 10 anos e nas preocupações com os próximos quatro anos.

Avaliei: Projeto econômico, Petrobras, Bolsa de Valores, leis de regulamentação de internet, saúde, educação, distribuição de renda, maquina administrativa, impostos e crescimento.

Em todos esses pontos Dilma leva vantagem sobre Serra.
Na questão administrativa tenho ressalvas quanto à contratação de petistas para cargos em comissão.

Quanto a Serra, já conheço o projeto do PSDB que sucateou a educação, não distribuiu renda, elevou a carga tributaria e pelo que conhecemos pelo seu histórico pode privatizar a Petrobrás. Então não dá para confiar.

Sobre Marina é o seguinte: Marina era petista, saiu porque tem um projeto de poder – E não sabemos aonde ela quer chegar. É uma candidata vazia, que não representa nada. Para se ter uma idéia de quem é Marina é só avaliar que o desmatamento caiu quando ela saiu do Ministério. O Brasil é um país que depende de uma liderança com condições de definições em curto prazo. Marina ficou anos no Ministério e seu trabalho foi pífio.

Para presidente vou votar em Dilma.

Para governador a coisa não muda, o PSDB do Geraldo governa São Paulo há 16 anos e destruiu a educação técnica. Acabou com Centro Paula Souza que fazia a gestão de escolas técnicas estaduais. Implantou a aprovação automática que diploma analfabeto funcionais. E trata professores como lixo.

Na questão da saúde o investimento foi mínimo – em Guarulhos, cidade com mais de um milhão de habitantes não existe hospital publico do estado com funcionamento decente.
Privatizou estradas, e encareceu a produção.

Na área da segurança publica falhou, e deu força a organizações criminosas tomarem conta do estado.

A cultura nesses 16 anos teve suas verbas direcionadas para os projetos para as elites.
Por isso vou votar em Mercadante, e fico chateado de que as pesquisas apontem para a vitoria de Geraldo no primeiro turno.

Mercadante é um cara preparado, conhece bem nossos problemas e daria um basta nesse modelo educacional do PSDB.

Merecemos ser governados pelo Mercadante!

No Senado podemos escolher dois, eu só vou ficar com uma: Marta Suplicy.
Seria covardia compará-la com as outras candidaturas. Marta é uma mulher corajosa, que luta contra preconceitos. Fez muito como prefeita. E criou a única novidade em educação nesse pais que são os CEU’s.

Para Deputado Estadual ainda não me defini, mas adianto que vou votar num candidato da minha cidade. Aqui temos duas boas candidaturas a Luiza Cordeiro e o Alencar. São os dois com histórico pessoal de respeito.

Para Federal sempre voto no Vicentinho, mas esse ano ainda não me defini. Aqui em Guarulhos está complicado. A única que eu poderia votar é a Janete Pietá. Essa sei que fez um bom mandato e pelo que conheço sempre foi honesta.

É isso, quando definir meus parlamentares divulgo.
Abraços!

09 julho 2010

Caso Bruno, Flamengo e traficantes.

Minha opinião sobre o caso Bruno,

Inicialmente, o caso é sórdido, uma morte brutal e sem motivo.


Bruno é conhecido pela sua forma de entender relacionamentos, quem não se lembra de uma declaração infeliz dada por ele em coletiva no CT do Flamengo, aonde ele dizia que é normal casais “saírem na porrada”. Segundo ele, quem nunca “saiu na mão com sua esposa”.


Bom, que a policia e a justiça consiga encontrar os culpados e puni-los.
O segundo ponto que quero abordar é a postura do Flamengo nestas situações, nestes sete meses de 2010, os principais jogadores do clube freqüentaram as páginas policiais com a mesma assiduidade com que foram ao Maracanã e entraram em campo. Tiveram a tolerância excessiva da diretoria do Flamengo. Era como se nada acontecesse. De um lado, o noticiário de envolvimento de Adriano com traficantes, e de Vagner Love escoltado com a proteção de fuzis AR 15.



Sinto em dizer, mas todos esses casos são emblemáticos, isso representa a conjuntura social no Rio de Janeiro, que tem regiões dominadas por traficantes que cumprem o papel do estado. Adriano, Love e Bruno são frutos dessas regiões. Determinam suas atitudes como se estivessem no morro, e pior são celebridades com salários milionários o que para eles serve de Alvará para fazerem o que quiserem.

Misture tudo isso com impunidade, e vamos continuar assistindo cenas absurdas como essas.

07 julho 2010

Jack Bauer é o grande desafio

O agente Jack Bauer já enfrentou os piores assassinos do mundo, já salvou a humanidade diversas vezes, já foi torturado e quase morto….

Mas ele NUNCA encarou uma missão tão difícil assim na vida.





29 junho 2010

Estádio em São Paulo ou estádio do Corinthians?

O sonho do Corinthians de ter seu próprio estádio já tem local e prazo para ser realizado: será em Itaquera, e ficará pronto em até três anos. Segundo o vice-presidente de marketing do clube, Luis Paulo Rosenberg, a diretoria apresentará seu projeto de estádio até o dia 1º de setembro, e vai buscar financiamento do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) para construí-lo.

O conselheiro Edgar Soares apresentou um projeto de estádio ao Conselho Deliberativo na segunda-feira, mas foi rejeitado. Segundo Rosenberg, porém, a diretoria tem seu próprio projeto, que será apresentado quando o presidente Andrés Sanchez retornar da África do Sul, onde chefia a delegação brasileira na Copa do Mundo. Itaquera seria o local escolhido para a construção.
Porém na tarde de hoje o presidente do Conselho Deliberativo relatou a imprensa que o estádio seria construido na cidade de Guarulhos na grande São Paulo, o que havia me deixado bem feliz, afinal ficaria bem perto, pelo menos eu gostei.
A verdade é que muita coisa ainda pode acontecer, existe uma disputa acirrada em torno da construção do Fielzão. Andrés está na Africa e não deve estar de bobeira, deve estar fechado com a politica da CBF para construção de um estádio com dinheiro público. E depois da copa esse "Elefante Branco" vai ficar para o Corinthians tomar conta.
Mas como diz o Garrincha, "Já combinou isso com o adversário?".

Estádio do Corinthians deve ser em Guarulhos e será anunciado no banquete

O Corinthians deverá anunciar a construção do Fielzão em Guarulhos em grande estilo no dia 1º de setembro, aniversário de 100 anos do clube. Pelo menos essa é a tendência depois da reunião do Conselho Deliberativo da última segunda-feira, no Parque São Jorge, que praticamente aprovou a proposta envolvendo os bancos Bradesco e Banif; a construtora Hoechtif e a auditora Price, empresas de grande credibilidade no mercado.

O tão esperado embate entre Luís Paulo Rosenberg, diretor de marketing, e o conselheiro vitalício Edgard Sores, não ocorreu. Rosenberg evitou ir à reunião, sendo "substituído" pelo vice de futebol, Mário Gobbi. Desta vez, Edgard foi mais didático. Fez uma pequena apostila com as perguntas mais comuns entre os conselheiros sobre o projeto de Itaquera.

Com paciência respondeu a todas questões e deu o golpe fatal ao mostrar um depoimento em vídeo do prefeito de Guarulhos e, em seguida, uma cópia do ofício da prefeitura do município vizinho, aprovando a construção da obra. Conselheiros aplaudiram muito. No VT, político garantiu ainda toda a infraestrutura, como ruas de acesso, água, luz, transporte e outros detalhes cruciais. Afinal, esse continua um dos grandes problemas para a reforma do Palestra Itália, por exemplo, que ainda não tem autorização para erguer a obra do prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab.

Dessa forma, com o retorno do presidente Andrés Sanchez, a proposta deverá ser aprovada pelo Conselho e a pedra fundamental lançada no banquete oficial do Centenário, dia 1.o de setembro, em grande estilo, com a presença do presidente Lula, dos candidatos à presidência Dilma e José Serra, além do prefeito Gilberto Kassab e outras autoridades, tais como o presidente da CBF, Ricardo Teixeira e, talvez, o presidente da Fifa, Joseph Blatter.

Festival de Cannes

17 junho 2010

A FIFA fez de tudo para não ter o Morumbi na Copa

Arranjou mil problemas. Estava mesmo afinada com outra ala, a ala das construtoras que tomam dinheiro público a perder de vista para construir novos Elefantes Brancos Brasil afora.

A estratégia deu certo de novo. O Morumbi não passou no rigoroso teste do Caderno de Encargos da FIFA. Rigoroso para o Brasil, e para o Morumbi, diga-se de passagem.

Para se adaptar a tudo o que a entidade pedia sem ter a garantia que iria fazer a abertura da Copa, o gasto seria de 650 milhões de reais hoje, mas poderia aumentar mais ainda.

Muito dinheiro para tanta incerteza. Podia acabar fazendo a abertura e pelo menos mais uns cinco jogos, mas o custo é alto demais.

Haveria uma parte do dinheiro emprestado pelo BNDES, mas ganharia o quê com isso? Alguns trocadinhos da Copa e uma dívida futura.

Não valia à pena. O São Paulo F.C. tirou um peso das costas embora saiba que precisa melhorar o seu estádio que já tem muita coisa ultrapassada por lá.

A FIFA sempre gostou de construir estádio ou obrigar a construção de arenas gigantescas em vários países.

O dinheiro não sai do bolso dela.

Depois deixa a conta para o país sede ou para o clube dono do estádio e vai pressionar outra sede da Copa do Mundo.

Os jornalistas que visitam estádios todo o dia nesta Copa da África não entendem toda essa exigência com o Morumbi, pois o Caderno de Encargos lá não valeu.

O problema é que o Morumbi sempre disputou com um estádio fantasma que querem construir a todo custo na cidade de São Paulo.

Há um grupo que se diz ligado ao esporte na capital que aposta que quanto mais o tempo passar menos licitação será necessário para construir uma arena gigante sem prestar contas a ninguém.

É por esse ralo que sairá o nosso dinheiro. Dinheiro que deve ser investido em saúde, educação e transporte. Contam com apoio até de gente do governo para essa empreitada. Um negócio asqueroso e que cheira muito mal.

Quem utilizaria no futuro um estádio desse porte ou do porte que exige a FIFA para uma abertura de Copa do Mundo.

O Corinthians, que tem torcedor número um o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, é o principal candidato.

Ganharia um estádio de graça da cidade de São Paulo e abandonaria às moscas o Pacaembu.
Quem jogaria no Pacaembu a partir disso? Será que é um bom negócio para a cidade?

O Piritubão é um sonho de alguns aloprados, mas cujo fantasma começa a sair das sombras com o veto oficial ao Morumbi.

Acho que todos nós temos que ficar atentos a essas manobras.

Se for o caso que São Paulo não tenha Copa do Mundo. Não nos fará nenhuma falta.

Muito menos um novo estádio construído com o nosso dinheiro e com manutenção dispendiosa.
O que não pode agora é Prefeitura e Governo do Estado pararem de fazer obras necessárias em São Paulo.

O metrô tem que continuar se expandindo, coisa que já devia ter sido feita há muito tempo, e outras ações para o bem da cidade também têm que continuar.

No restante do Brasil a desculpa de que tudo girava em torno da futura sede da Copa do Mundo é esfarrapada. São Paulo não pode ter suas obras vinculadas a Copa, afinal vivemos aqui todos os dias e não apenas em 2014.

Após a avaliação dos estádios serão avaliadas a obras de aperfeiçoamento em cada cidade sede. Aí que quero ver o Caderno da FIFA vale alguma coisa, porque a grande maioria das cidades sedes não tem sistema de transporte. Belo Horizonte não tem nenhuma ligação rápida com aeroporto e nem com o Mineirão, não tem rede de hotelaria e não tem condições de construir metrô em três anos, quer dizer que está fora da copa?

Belém não tem aeroporto decente, Salvador tem sérios problemas de infra-estrutura, o Rio de Janeiro tem parte da cidade dominada pelo crime organizado e Porto Alegre tem um estádio muito pior que o Morumbi para ser reformado. Estão fora da copa?

E outra, a maioria destas cidades não tem estádios, vão ser construídos, será que dá tempo? E se o governo mudar e os tucanos paulistas ganharem as eleições e mudar tudo. Já pensou se o Serra ganhar e mantiver o discurso de nada de dinheiro publico. Aí não vai ter Mineirão, Fonte Nova e Maracanã. Não vai ter Copa! Quem vai investir um bilhão para construir estádios e não ter nenhum retorno.

É bom lembrar que o discurso do PSDB de não investir dinheiro publico é eleitoreiro, porque se eles estivessem no esquema fariam o que sempre fazem meter a mão na grana junto com Ricardo Teixeira e a FIFA.

Prefeito e Governador têm que trabalhar sempre como se fosse para sediar uma Copa do Mundo. Afinal, a nossa Copa é todo dia.

27 maio 2010

Black Sabbath - Paranoid

Smoke on the water - Deep Purple (LIVE)

The Smiths - Panic

CAKE - I Will Survive

Coletiva do BOPE

Saiu em todos jornais do brasil, um soldado do BOPE matou um homem inocente e sem chances de defesa. Todo o brilho que o Capitão Nascimento deu à instituição desde Tropa de Elite ficou ofuscado pela atitude desastrada do soldado.

Quem em sã consciência daria um téco num cidadão que tem por objetivo furar apenas uma parede e não a farda de um combatente? Aliás, quem em sã consciência confundiria uma furadeira com uma metralhadora?

É isso que a assessoria de imprensa do BOPE tentou explicar.

15 maio 2010

Pesquisa aponta Timão, Fla e São Paulo como 'donos da internet'

Instituto Qualibest mostra triplo empate técnico entre os usuários da grande rede.

Por GLOBOESPORTE.COM
Rio de Janeiro


Depois do polêmico empate técnico entre o número de torcedores de Corinthians e Flamengo segundo o Datafolha, outra pesquisa aponta igualdade entre a popularidade dos clubes. Quando o assunto é internet, rubro-negros e corintianos também se equivalem, segundo o Instituto QualiBest. Com uma novidade: o São Paulo também divide a liderança da preferência dos internautas brasileiros.

O levantamento aponta o Corinthians com 18%, o Flamengo com 15% e o São Paulo com 14%. Como a margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos, há o empate triplo.

O instituto ouviu 1.627 pessoas das cinco regiões do Brasil em janeiro deste ano. Todos têm acima de 18 anos e pertencem às classes A, B e C. Destes, 49% têm até 29 anos. Na faixa de 30 a 39 anos, há 24%. Entre 40 e 49, 16%. Só 10% dos entrevistados têm acima de 10%. O espaço amostral corrobora a tendência exibida pela pesquisa do Datafolha, que apontou o São Paulo como o dono da torcida que mais cresce no país desde 2005.

Assim como no levantamento do Datafolha, o Flamengo vence todos os rivais em relação à popularidade do clube fora de seu estado de origem. Todos os clubes têm maior concentração em sua região, com exceção dos rubro-negros: 50% da ‘nação’ está fora do Sudeste.

Ausência nos estádios: tendência preocupante


Outro fato relevante da pesquisa mostra o crescimento dos 'torcedores de sofá': 34% dos pesquisados nunca viram de perto um jogo de futebol profissional. Apenas 8% disseram ir ao estádio de duas a cinco vezes ao ano; 22% relataram não sentar em arquibancada ou cadeira há mais de um ano; e outros 22% afirmaram ter comprado ingresso 'uma ou duas vezes na vida'. Segundo a pesquisa, a média total de frequência aos estádios é de apenas 2,7 vezes ao ano entre os internautas.

No total, 17% dos entrevistados disseram gostar 'demais' de futebol. Entre estes, a média de comparecimento aos jogos é de seis vezes ao ano. Outros 26% afirmaram gostar 'muito', com média de três idas a estádio por temporada.

Entre os que não costumam ir, a violência é declarada como o principal motivo. Para acompanhar seus times, a maioria (77%) utiliza a televisão.

Mercado a ser explorado


O estudo também mostra que 54% dos entrevistados gastam algum valor mensal com bens relacionados aos clubes e 60% se dizem satisfeitos com a oferta de produtos. A camisa do time lidera o ranking, representando 60% dos itens mais comprados.

Os corintianos são os que mais consomem: R$ 106,05 por mês. Entre as mulheres, a média desembolsada com produtos relacionados aos times é de R$ 66,61 mensais e as palmeirenses lideram os gastos com R$ 95,60 por mês.
Cruzeiro e Atletico Mineiro juntos chegam a 5%. (Coitados!)

01 maio 2010

The Doors - Roadhouse Blues

U2 - Vertigo (Live In Milan 2005)

Sepultura - Polícia (With Lyrics)

Enter Sandman - Metallica

Anão, jumento e dois canos fumegantes

2do Episodio de ISLA PRESIDENCIAL (La Pesca)

LA ISLA PRESIDENCIAL - CAPITULO 01

YAZ - Don't Go

27 abril 2010

Pesquisa aponta empate técnico entre as torcidas de Flamengo e Corinthians

Torcida do Fla de novo aparece com porcentagem maior, mas margem de erro deixa rubro-negro e alvinegros igualados

Adversários nas oitavas de final da Libertadores, Flamengo e Corinthians travam outro duelo fora do campo. Afinal, quem tem a maior torcida? O Datafolha realiza pesquisas sobre o tema desde 1993 e sempre com os cariocas em primeiro. Entretanto, em novo estudo realizado nos dias 15 e 16 de abril (pouco mais de quatro meses após o anterior), rubro-negros e alvinegros voltam a ficar empatados tecnicamente.

Na pesquisa de dezembro, realizada logo após o título brasileiro do Fla, a porcentagem de rubro-negros era de 19%. Agora, caiu para 17%. Os fãs do Corinthians, ao contrário, cresceram, saltando de 13% para 14%. Como a margem de erro é de 2%, há o empate técnico.


Na divisão por regiões, a torcida do Corinthians bate a do Flamengo no Sudeste (19% a 13%) e ainda consegue um empate técnico no Sul (8% a 7% para os alvinegros). Entretanto, os rubro-negros sobram no Nordeste (24% a 10%) e no Norte/Centro-Oeste (27% a 10%).

O Flamengo tem a vantagem de ter mais torcedores entre os jovens: são 22% de rubro-negros entre 16 e 17 anos, contra 17% de alvinegros. Isso pode garantir aumento da diferença de torcedores no futuro.

Os corintianos, entretanto, praticamente empatam com os rubro-negros no quesito renda familiar mensal. Nas que ganham dez salários mínimos ou mais, o Fla só tem 1% de vantagem: 17% a 16%. Isso pode ajudar o clube paulista a ter valores de patrocínio tão bons ou até maiores do que o carioca.


São Paulo segue em terceiro

Distantes de Flamengo e Corinthians, os demais grandes clubes do país seguem bem próximos um dos outros. São Paulo (8%), Palmeiras (6%) e Vasco (4%) também estão tecnicamente empatados. Eles são seguidos por Grêmio (3%), Inter (3%), Cruzeiro (3%), Atlético-MG (2%) e Santos (2%). Fluminense, Botafogo, Bahia, Vitória, Sport e Portuguesa aparecem com 1%. Ainda 25% dos entrevistados disseram não torcer por clube algum.
Comentário do Blogueiro: Grande merda a torcida do Flamengo ser maior que a do Corinthians (mais gente para chorar a desclassificação). O Flamengo tem torcida em lugares não habitados deste país, se a pesquisa apenas fosse centralizada apenas no estado do RJ em comparação com São Paulo a torcida do Corinthians seria o dobro.
Adianta muito o Flamengo ser a maior torcida no Piauí, não joga lá e do que adianta o Corinthians ser a maior torcida do Paraná também não joga lá!
Com apenas uma diferença, o Corinthians tem torcida em Santa Catarina, Paraná, Minas Gerais, São Paulo e Distrito Federal. Estados com potencial económico para venda de produtos oficiais. O Flamengo tem torcida no Ceará, Piauí, Sergipe e Maranhão (É melhor não ter!). Quero ver é vender um produto oficial nestes estados. Porque sinceramente torcida fora do estado só serve para comprar produtos, se não compra é inútil!!

15 abril 2010

FC3 Mídia

Agora o jornal Primeira Página faz parte da FC3 Mídia! Uma empresa que atua diversificadamente na área de publicidade. Aguardem novidades.

E no próximo mês volta a circular o jornal Primeira Página com mudanças na diagramação e com a tiragem de 50 mil por quinzena.

Junto com o jornal temos três novidades; A revista Primeira Página, o jornal de esportes “Torcida” e o projeto de mídia externa que é uma inovação em publicidade em Guarulhos.

Daqui a alguns dias coloco os projetos na integra.



Triedo

Triedo



Revista

Vereadores instalam CEI para investigar prefeito

Câmara abre processo de cassação contra o prefeito Sebastião Almeida (PT

A Câmara Municipal de Guarulhos abriu processo de cassação contra o prefeito

Sebastião Almeida, durante a sessão desta terça-feira, dia 13 de abril. O prefeito é denunciado por suposto desvio de dinheiro público e formação de quadrilha junto a administração da ONG Água e Vida. O pedido foi feito pelo presidente do PPS, Adalmir Abreu e atinge também o vice-prefeito Carlão Derman.

Junto a denúncia foi protocolado um vídeo no qual a atual presidente da entidade, Denise Laura Xavier Veluchi , faz relatos de práticas irregulares envolvendo a utilização de verbas públicas. As denúncias atingem o prefeito, a mulher dele, Maria Alves de Almeida (também conhecido com o pseudônimo Lourdes, além da filha, Flávia Alves de Almeida. Ambas são acusadas de terem utilizado cartões corporativos para saques particulares e uso pessoal.

A ONG teria, ainda, sido utilizada para o financiamento da campanha política do atual prefeito em 2008. De acordo com a denúncia lida hoje na Câmara, Denise protocolou a denúncia no dia 7 de abril no Ministério Público, diretamente na Procuradoria Geral do Estado. A representação inclui também o Instituto de Promoção Social Água e Vida e TV Cantareira, todos vinculados à ONG e ao prefeito Almeida. O autor afirma que o destino das verbas públicas recebidas pela entidade, no convênio mantido com a Prefeitura de Guarulhos, era desviado da finalidade inicial.

A denúncia cita ainda que os repasses foram elevados em período eleitoral, com ausência de efetivação de projetos sociais. O documento revela que os recursos foram de R$ 300 mil e R$ 2,6 milhões em 2 de janeiro e 27 de fevereiro de 2009, respectivamente. Os repasses foram feitos por meio do termo de parceria firmado entre a Secretaria Municipal de Saúde e a Casa de Cultura Água e Vida.

Até o momento, os vereadores que já tiveram o nome indicado para integrar a comissão de investigação são: Eduardo Carneiro (PSL), Helena Sena (PSC), Americano (PHS), Índio (DEM), Guti (PMDB), Silvana Mesquita e Paulo Sergio (PV) , Ricardo Rui (PPS) e Novinho Brasil (PTN), Unaldo Santos (PSB), Orlando Zuquila (PR), Alencar Santana, José Luiz Ferreira Guimarães, Edmilson Souza, Ulisses Correia (PT). A bancada do PSDB ainda não indicou os vereadores que participarão da investigação. Os partidos têm até quinta-feira, dia 15, para indicarem os nomes.

Tumulto

Pouco depois de abrir a sessão, o presidente da Câmara Municipal, vereador Alan Neto (PSC), deu a informação sobre o requerimento com pedido de abertura de cassação contra o prefeito e seu vic. Assim que o secretário da Mesa Diretora, vereador Lamé Smeili (PT do B), terminou a leitura do documento, os vereadores Edmilson Souza e Zé Luiz, ambos do PT, pediram a palavra.

Eles tentaram impedir a exibição do vídeo no qual a denunciante Denise Laura Xavier Veluchi conta como funcionava a administração das verbas. O presidente Alan Neto determinou a exibição do vídeo e vários vereadores tentaram impedir. Apesar dos petistas terem apagado as luzes do plenário diretamente na caixa de força, pouco depois o serviço de imagem e som da Câmara foi restabelecido e o vídeo foi ao ar.

Toda movimentação foi acompanhada pela grande mídia da Capital que divulgou os acontecimentos. Estiveram presentes o jornal O EStado de São Paulo e as emissoras de TV SBT, Rede Globo, Record. Rede TV e Bandeirantes.

01 fevereiro 2010

Os 10 clubes mais valiosos do Brasil

A consultora financeira Crowe Horwath RCS, publicou recentemente um estudo onde avalia a marca dos maiores clubes brasileiros. Para a elaboração do estudo foram levados em conta entre outros dados financeiros, as receitas geradas pelos clubes entre 2003 e 2008. O estudo incluí também o perfil e hábitos dos adeptos, dados de marketing e publicidade, estádios, bem como a importância dos emblemas nos média.

Assim segundo a consultora, o campeão brasileiro Flamengo é o clube com a marca mais valiosa, sendo estimada em R$ 568 milhões (226,6 milhões de Euros). O valor total dos 10 clubes alcança os R$ 3.242 milhões (1.295 milhões de Euros), prevendo-se que a quando do mundial 2014 a realizar-se no Brasil este valor aumente para valores 2 vezes superiores aos actuais.


Os 10 clubes mais valiosos do Brasil (2009):

1. Flamengo – R$ 568 milhões (226 milhões de Euros)
2. Corinthians – R$ 563 milhões (225 milhões de Euros)
3. São Paulo – R$ 552 milhões (221 milhões de Euros)
4. Palmeiras – R$ 420 milhões (168 milhões de Euros)
5. Internacional – R$ 231 milhões (92 milhões de Euros)
6. Grêmio – R$ 214 milhões (85 milhões de Euros)
7. Cruzeiro – R$ 139 milhões (55 milhões de Euros)
8. Santos – R$ 135 milhões (54 milhões de Euros)
9. Vasco da Gama – R$ 122 milhões (48 milhões de Euros)
10. Fluminense – R$ 109 milhões (43 milhões de Euros)

Corinthians anuncia o maior patrocínio do Brasil

A empresa de medicamentos Neo Química Genéricos é a nova patrocinadora máster do Corinthians . O acordo foi anunciado nesta sexta-feira 29, e o novo parceiro irá estampar a marca no peito e nas costas da camisa do Timão.
Além da Neo Química, o Corinthians também seguirá com Bozzano nas mangas e Avanço nas axilas. A novidade é que a marca de sabão em pó Assim estampará o ombro do manto alvinegro. Pelo acordo, o Corinthians irá arrecadar R$ 55 milhões por ano.
O Corinthians pretende arrecadar no ano de seu centenário cerca de R$ 250 milhões com ações de publicidade.

Pegada Ecológica

Você já parou para pensar que a forma como vivemos deixa marcas no meio ambiente? É isso mesmo, nossa caminhada pela Terra deixa “rastros”, “pegadas”, que podem ser maiores ou menores, dependendo de como caminhamos. De certa forma, essas pegadas dizem muito sobre quem somos!

A partir das pegadas deixadas por animais na mata podemos conseguir muitas informações sobre eles: peso, tamanho, força, hábitos e inúmeros outros dados sobre seu modo de vida.

Com os seres humanos, acontece algo semelhante. Ao andarmos na praia, por exemplo, podemos criar diferentes tipos de rastros, conforme a maneira como caminhamos, o peso que temos, ou a força com que pisamos na areia.

Se não prestamos atenção no caminho, ou aceleramos demais o passo, nossas pegadas se tornam bem mais pesadas e visíveis. Porém, quando andamos num ritmo tranqüilo e estamos mais atentos ao ato de caminhar, nossas pegadas são suaves.

Assim é também a “Pegada Ecológica”. Quanto mais se acelera nossa exploração do meio ambiente, maior se torna a marca que deixamos na Terra.

O uso excessivo de recursos naturais, o consumismo exagerado, a degradação ambiental e a grande quantidade de resíduos gerados são rastros deixados por uma humanidade que ainda se vê fora e distante da Natureza.

A Pegada Ecológica não é uma medida exata e sim uma estimativa. Ela nos mostra até que ponto a nossa forma de viver está de acordo com a capacidade do planeta de oferecer, renovar seus recursos naturais e absorver os resíduos que geramos por muitos e muitos anos.

Isto considerando que dividimos o espaço com outros seres vivos e que precisamos cuidar da nossa e das próximas gerações. Afinal de contas, nosso planeta é só um!

18 janeiro 2010

Quem tem medo da verdade


Por Luiz Cláudio Cunha
no Observatório da Imprensa



Só as feridas lavadas cicatrizam. (Michelle Bachelet, médica, torturada em 1975, presidente do Chile em 2006)

Na antevéspera do Natal, quando já bimbalhavam os sinos, o presidente Lula ouviu em seu gabinete um tropel distante. Não eram as renas do bom velhinho. Era o som metálico dos cascos das montarias de seu ministro da Defesa e dos chefes das Forças Armadas, em marcha batida para emparedar o presidente na mais grave crise militar da República desde 1977, quando o presidente Ernesto Geisel demitiu o então ministro do Exército Sylvio Frota, num gesto implacável e temerário para conter o radicalismo da linha-dura do regime – que no espaço de três meses matou, sob torturas, o jornalista Vladimir Herzog e o operário Manoel Filho no DOI-CODI do II Exército, em São Paulo.

Desta vez ocorre o contrário. Os comandantes militares é que tentam enquadrar o presidente da República, ameaçando uma demissão coletiva contra o decreto presidencial que cria a Comissão Nacional da Verdade, destinada a investigar violações de direitos humanos e casos de tortura durante a ditadura militar (1964-1985).

Durante duas décadas, um aparato repressivo estimado em 24 mil agentes prendeu por razões políticas cerca de 50 mil brasileiros e torturou algo em torno de 20 mil pessoas – três a cada dia. Os militares já tinham reagido mal, em agosto de 2007, quando o Palácio do Planalto lançou o livro Direito à Memória e à Verdade, um corajoso trabalho de 11 anos da Secretaria de Direitos Humanos, iniciado ainda no governo FHC, reconhecendo pela primeira vez a responsabilidade do governo na violência oficial, com a lista de 339 mortos e desaparecidos pela repressão política. Acintosamente, nenhum chefe militar compareceu à cerimônia presidida pelo comandante-em-chefe das Forças Armadas, o presidente Lula.

Paz de cemitérios

O azedume das casernas, antes e agora, já era esperado. Mas o que surpreendeu, de fato, foi o cerrado bombardeio que o Plano Nacional de Direitos Humanos atraiu de setores tradicionalmente mais esclarecidos da opinião pública nacional. Editoriais da grande imprensa, articulistas de renome e blogueiros influentes cerraram fileiras contra a idéia da Comissão da Verdade, vocalizando sem ressalvas os temores soprados, em tom de velada ameaça, pelos quartéis e suas vivandeiras de sempre.

O quadro alarmista desenhado pela reação em bloco exibia um futuro preocupante: um Brasil outra vez conflitado, dividido, mergulhado no revanchismo, tentando acertar as contas do passado com uma calculada revisão da Lei da Anistia de 1979, manipulada por ex-terroristas hoje encastelados no governo em busca de vingança pessoal contra os responsáveis pelos maus-tratos sofridos na prisão. Placas de ruas e escolas com nomes de torturadores seriam varridos do mapa nacional e agentes da Polícia Federal invadiriam quartéis em busca de covas clandestinas de mortos pela repressão. Tudo isso conspirando contra o pacto de concórdia estabelecido há três décadas para consagrar o Brasil tolerante e pacífico que prefere perdoar e esquecer. Será?

A alvoroçada mídia nacional deixou passar, em branco, algo bem mais grave: a tripla transgressão funcional do presidente, do ministro e dos chefes militares. Lula pela omissão: mais preocupado com o degelo do planeta em Copenhague do que com o aquecimento dos quartéis em Brasília, reconheceu não ter lido a lei que assinou – uma versão escrita do tradicional "eu não sabia". Nelson Jobim como trapalhão: apesar do corpanzil de quase 1,90m, não cresceu o bastante para entender o papel institucional de seu posto, como ministro da Defesa que deve exercer a autoridade da sociedade civil sobre as Forças Armadas, e não o contrário. Os comandantes do Exército, Marinha e Aeronáutica pela insubordinação: peitaram uma decisão de governo anunciada em ato público por seu comandante-em-chefe, a quem devem irrestrita obediência por imposição constitucional.

Trombaram de frente com os fatos e com colegas de governo. O secretário de Direitos Humanos, Paulo Vannuchi, foco central da ira militar, explicou: "O PNDH não é contra a Anistia. Não anula, nem revisa a lei. O projeto diz que a Comissão da Verdade será definida `nos termos definidos pela Lei da Anistia´. Está lá na ação 23 do texto. Basta ler", diz Vannuchi.

Seu chefe e principal aliado, o ministro Tarso Genro, da Justiça, ecoa: "No regime militar nenhuma norma, nem o AI-5, permitia a tortura. Este delito não é político, é comum". Esse é o miolo da divergência, que justifica a ação da Ordem dos Advogados do Brasil no Supremo Tribunal Federal para definir o alcance da anistia. "O Brasil não pode se acovardar e querer esconder a verdade. Anistia não é amnésia", ensina Cézar Britto, presidente da OAB.

O jurista Paulo Brossard discorda: "Os efeitos da anistia se fizeram sentir quando a lei entrou em vigor. O próprio delito é apagado". O ex-ministro do STF, que foi um bravo senador do MDB na sangrenta década de 1970, nem sempre foi tão legalista. "Nunca desejei [o golpe de] 1964, mas achei que foi absolutamente normal, porque foi a legítima defesa de uma sociedade então diretamente ameaçada", admite ele em seu livro de memórias, Brossard – 80 anos na história política do Brasil (Artes & Ofícios, 2004, p. 126). No artigo publicado em Zero Hora na semana passada, Brossard explica porque considera a anistia irreversível: "Anistia pode ser mais ou menos injusta, mas não é a justiça seu caráter marcante. É a paz".

Paz de quem, cara-pálida? Certamente não é a paz de cemitério dos mortos pela tortura, nem a paz de espírito dos parentes de desaparecidos políticos, muito menos a paz da consciência de quem sobreviveu aos suplícios e aos gritos de dor nas masmorras.

"Responsabilidade do Estado"

A lei de anistia que Brossard tanto preza não é fruto do consenso de um país sentado em torno da mesa do entendimento. É mais a entrega dos anéis da ditadura para não perder os dedos manchados de sangue. Pressionado pelo clamor cada vez mais forte das ruas em 1979, o general João Figueiredo negociou, de cima para baixo, a anistia que parecia mais conveniente ao regime. A esquerda, derrotada na luta armada, presa ou exilada, não tinha muito o que exigir, a não ser a benevolência do regime militar, que ainda duraria mais seis anos. Engoliu uma anistia enxertada pelos quartéis com uma blindagem ampla e vaga, diluída na expressão "crimes conexos", que deveria cobrir os delitos de sangue dos torturadores.

Um dos ministros de Figueiredo que assina a lei, em 29 de agosto daquele ano, é o general Octávio Aguiar de Medeiros, chefe do SNI, que ainda sonhava com a sobrevida do regime e sua unção como o sexto presidente da ditadura. O terrorismo que se via no país, naqueles dias, era só o da direita, que incendiava bancas de jornais e explodia bombas em organizações que clamavam por democracia, como a sede nacional da OAB.

Na véspera do Dia do Trabalho de 1981, dois anos após a promulgação da anistia, um Puma explodiu antes da hora no Riocentro. Tinha a bordo dois agentes terroristas do Exército: um sargento que morreu com a bomba no colo e um capitão do DOI-CODI que sobreviveu impune e virou professor do Colégio Militar em Brasília. Um inquérito policial-militar do Exército apurou que o atentado foi planejado pelo chefe da agência do SNI no Rio, coronel Freddie Perdigão. Outras vítimas daquele desastrado `acidente de trabalho´ ficaram pelo caminho: o projeto presidencial de Medeiros, o coração enfartado de Figueiredo e as chances de prorrogação da ditadura.

Figueiredo e a ditadura saíram do Palácio do Planalto pela porta dos fundos, em 1985, para não devolver a faixa presidencial usurpada ao poder civil em 1964. O novo presidente, José Sarney, assinou em 1989 a adesão do Brasil ao tratado internacional que considera a tortura um crime de lesa-humanidade e, como tal, imprescritível. Apesar disso, ninguém passou pelo dissabor de uma condenação que hoje é comum nos outros países do Cone Sul.

A única exceção é o coronel Carlos Alberto Brilhante Ustra, condenado em primeira instância em São Paulo numa ação que pretende apenas declará-lo como "torturador". Méritos não lhe faltam: como major, ele montou e dirigiu o centro de repressão e tortura mais famoso do regime, o DOI-CODI da Rua Tutóia, em São Paulo. Nos 40 meses em que comandou aquele antro, segundo levantamento da Comissão de Justiça e Paz da Arquidiocese de São Paulo, Ustra amargou 502 denúncias de tortura (uma a cada 60 horas) e 40 mortes (uma por mês).

Na defesa perante a Justiça, o valente Ustra preferiu chutar a responsabilidade para cima:

"O Exército brasileiro é uma pessoa jurídica, sendo que, pelos atos ilícitos, inclusive os atos causadores de dano moral, praticados por agentes de pessoas de direito público, respondem estas pessoas jurídicas e não o agente contra o qual têm elas direito regressivo. (...) Todas as vezes que um oficial do Exército brasileiro agir no exercício de suas funções estará atraindo a responsabilidade do Estado".

Brasil varonil

A Rua Tutóia e o coronel Ustra remetem a uma tragédia ainda maior: a Segunda Guerra Mundial (1939-1945). A maior catástrofe do planeta envolveu 100 milhões de militares de 72 nações dos cinco continentes, matando 70 milhões de pessoas (as populações somadas de Argentina e Canadá) e mutilando quase 30 milhões. Custou cerca de US$ 1,5 trilhão, quase tanto quanto Barack Obama injetou na economia para salvar bancos e montadoras de carros. As potências vencedoras acharam por bem punir o responsável direto por tudo isso, o III Reich de Hitler. O líder soviético Josef Stálin tinha uma solução curta e grossa: matar todos os nazistas envolvidos direta ou indiretamente com a guerra. No cálculo dos aliados, isso significaria mais de 100 mil execuções do aparato estatal hitlerista – três vezes mais do que os mortos em Dachau, o primeiro campo de concentração nazista, na periferia de Munique.

Venceu a solução mais civilizada: o Tribunal de Nuremberg, que gastou 285 dias de julgamento para ouvir 240 testemunhas e anotar 300 mil declarações, gerando um sumário de 4 bilhões de palavras. A acusação final de 25 mil páginas aos principais dirigentes nazistas condenou 12 à morte, três à prisão perpétua e outros três a penas entre 10 e 20 anos de cadeia. Três foram absolvidos. A defesa alegou em Nuremberg o mesmo ponto levantado em São Paulo: a `obediência devida a ordens superiores´. O que o juiz americano Francis Biddle respondeu serve, portanto, também ao coronel Ustra: "Os indivíduos têm deveres internacionais a cumprir, acima dos deveres nacionais que um Estado particular possa impor", disse Biddle.

Nuremberg cravou para sempre, na consciência do mundo civilizado, a noção pioneira de que os fundamentos da pessoa humana estão acima das circunstâncias políticas e além das fronteiras nacionais. Foi por isso que o braço longo do juiz espanhol Baltazar Garzón alcançou o ditador chileno Augusto Pinochet em Londres, por crimes de tortura e assassinato. A defesa do III Reich tentou levantar um princípio que impediria o julgamento de fatos pretéritos (ex post facto), alegando que não havia na lei previsão anterior para os crimes sob juízo.

Prevaleceu o fato e o bom senso de que lei nenhuma no mundo tinha imaginado, como política de Estado, uma escala tão vasta de genocídio como a arquitetada com frieza pelo engenho nazista nos seus campos de concentração, onde morreram seis milhões de judeus. Se valesse o argumento de Ustra em Nuremberg, para escapar da cadeia bastaria dizer que todos os nazistas apenas cumpriam ordens de Adolf Hitler... O argumento não colou lá, mas parece ter bons resultados aqui. Ninguém é sequer denunciado no Brasil e, quando isso acontece, o coronel Ustra diz que os excessos que eventualmente cometia eram responsabilidade do Estado.

O ministro Tarso Genro e os tratadistas mais renomados do país lembram que os atos de exceção mais duros tiveram o cuidado de nunca mencionar, muito menos autorizar a tortura. É um crime, portanto, sem pai nem mãe. Anistia não é esquecimento, é perdão, ensinam os juristas que não escamoteiam as palavras. Não se pode esquecer o que não se conhece. Também não se pode perdoar o que não foi punido – privilégio imaculado de todos os torturadores que ainda existem no país. O historiador americano Edward Peters, professor da Universidade da Pensilvânia, advertiu: "O futuro da tortura está indissoluvelmente ligado ao futuro dos torturadores".

Ou seja, a impunidade do torturador acaba garantindo a perenidade da tortura e de sua filha dileta, a violência. O Brasil que evita punir ou sequer apontar seus torturadores acaba banalizando a violência que transborda a ditadura e vitimiza o cidadão comum em plena democracia, principalmente nas duas maiores capitais, São Paulo e Rio. Nos 24 anos seguintes à anistia (1979-2003), armas de fogo mataram no Brasil 550 mil pessoas – 44% delas jovens entre 15 e 24 anos. Este Brasil varonil, pacífico e cordial, viu morrer quase tanta gente quanto os Estados Unidos durante os cinco anos que lutou na Segunda Guerra Mundial (625 mil soldados). Num único ano, 2003, segundo dados do Ministério da Saúde, assassinaram no Brasil uma população civil (51 mil pessoas) quase tão grande quanto as perdas dos Estados Unidos (58 mil) ao longo dos 16 anos da Guerra do Vietnã.

Último ditador

É difícil dizer quanto desta violência tem linha direta com a tortura da ditadura que ficou impune como seus responsáveis. Mas, com certeza, quem mata e tortura hoje tem o bom exemplo dos antecessores que se mantêm ilesos e protegidos. Mais difícil ainda é explicar o sentimento de solidariedade que transforma os atuais comandantes militares do Brasil em leais companheiros de velhos criminosos de um golpe militar que completa, agora, 46 anos.

Nenhuma camaradagem pode haver entre gerações tão distintas de militares, tão distantes do arbítrio. Capitães, majores e tenentes-coronéis de hoje, nas três Armas, nem tinham nascido quando os militares invadiram os porões dos anos 1970 para executar o terrorismo de Estado que combatia ferozmente a esquerda armada. O melhor exemplo é a ficha funcional dos atuais chefes das Forças Armadas brasileiras, todos amadurecidos profissionalmente no regime democrático que agora chega aos 25 anos de vida.

O comandante do Exército, general Enzo Martins Peri, é de um ramo "técnico" da força terrestre, a Engenharia. Era segundo-tenente, aos 23 anos, quando veio o golpe de 1964. Entre as vésperas da quartelada e o agitado ano de 1968, Peri hibernou num burocrático batalhão de engenharia no Rio de Janeiro. Teve uma rápida passagem pela 2ª Seção (área de informação) do discreto 1º Grupamento de Engenharia e Construção de João Pessoa (PB), no governo de Ernesto Geisel. Atravessou a turbulenta década de 1970 como major. Só chegou ao generalato em 1995, no governo FHC, sem nunca ter sujado as mãos com a repressão.

O comandante da Marinha, almirante Júlio Soares de Moura Neto, ainda era um garoto quando veio o golpe de 64, onze dias após completar 21 anos. Quase cinco meses após a queda de João Goulart é que Moura Neto vestiu a farda, como guarda-marinha. Nos anos de chumbo da década de 1970, manteve sua ficha politicamente alva como o uniforme de capitão-de-corveta. Chegou ao almirantado no governo FHC, em 1995.

O comandante da Aeronáutica, Juniti Saito, virou aspirante da FAB no final de 1965, 19 meses após o golpe militar. Chegou a capitão em 1971 e terminou a década maldita como major, sem jamais sobrevoar a área mais radical da Aeronáutica incendiada pelo radical brigadeiro João Paulo Burnier. Foi promovido a coronel no governo Sarney, em 1988, e chegou a brigadeiro com FHC em 1995.

Na ficha funcional dos três, portanto, não existe razão nenhuma para justificar a reação corporativa em defesa de gente que manchou a farda com a tortura. A justa compreensão do processo histórico que exige o conhecimento do passado faria muito bem aos três chefes das Forças Armadas, que têm compromisso com o país e a Constituição que juraram defender – não com os radicais do passado que temem os efeitos sanitários de uma Comissão da Verdade. Não há motivos, portanto, para se sentirem ofendidos com algo que é uma exigência moral de um país que precisa confrontar sua história para conhecer melhor seu destino. É pura bobagem imaginar que uma onda de revisionismo irá faxinar recantos do país com nomes de torturadores ou chefes da ditadura.

O general Garrastazú Médici, o presidente popular da fase mais sangrenta do regime militar (1969-74), quando o coronel Ustra brilhava na Rua Tutóia, é nome de cidade em Rondônia e no Maranhão, avenida em Osasco (SP), bairro em Chapecó (SC), rua em São Luís (MA), conjunto residencial no Rio (RJ). O senador Filinto Muller, o chefe da truculenta polícia política da ditadura de Getúlio Vargas e que remeteu em 1936 a judia alemã Olga Benário (a mulher grávida de Luís Carlos Prestes) para a morte num campo de concentração de Hitler, espraia-se pelo país: é nome de sete escolas em três estados, batiza três ruas e uma avenida. Muller ainda tem direito a busto na ala de gabinetes que leva seu nome no Senado Federal. É inútil imaginar que um suposto revanchismo tente revogar, agora, estes endereços e homenagens.

Em vez de se acovardar com fantasmas de um passado que se deve conhecer, não temer, o ministro Jobim e os chefes militares deveriam se inspirar no exemplo de coragem da Argentina, que tem um contencioso de violência e morte muito mais sangrento do que o Brasil. Lá, sem medo de revanche, o governo de Néstor Kirchner (2003-07) revogou, com o apoio da Suprema Corte, as duas indulgentes leis de anistia – o Ponto Final e a Obediência Devida – concedidas pelo presidente Raúl Alfonsín (1983-89).

A justiça argentina neste momento processa 263 militares e policiais por crimes contra direitos humanos. O general que deu o golpe em 1976, Jorge Rafael Videla, 85 anos, foi condenado à prisão perpétua e cumpre prisão domiciliar, assim como o último presidente da ditadura, o general Reynaldo Bignone. No Uruguai, o último ditador, general Gregório Alvarez, foi condenado em 2009 a 25 anos de prisão pela morte de 37 opositores – três a menos do que o número de vítimas do DOI-CODI da Rua Tutóia sob o comando do coronel Ustra.

Sem medo, sem culpa

Lula, Jobim e os ministros militares poderiam ganhar alento na figura nobre de Martín António Balza, um general de porte altivo e fala serena, que comandou o Exército da Argentina de 1991 a 1999, durante os dois mandatos do presidente Carlos Menem. Vinha da Artilharia com especialização em guerra de montanha. Como tenente-coronel, participou em 1982 da Guerra das Malvinas comandando um grupo de artilharia. Foi preso pelos ingleses e, pela bravura que os generais de Buenos Aires não tiveram, recebeu a Medalha de Mérito do Exército.

Seu ato mais notável, no entanto, foi a espantosa aparição que fez na noite de 25 de abril de 1995 em Tiempo Nuevo, o programa de entrevistas mais importante da TV argentina, apresentado pelo jornalista Bernardo Neustadt. Com o uniforme cáqui de comandante e os cabelos brancos aos 61 anos, Balza iniciou um inesperado mea-culpa que emocionou o país, ainda traumatizado pelos 18 mil desaparecimentos oficialmente reconhecidos (30 mil para entidades de direitos humanos) nos anos da "guerra suja", entre 1976 e 1983.

Tirou um papel do bolso e, com voz firme, carregada de convicção, leu um texto que poderia ser a leitura de um general sobre o Brasil. Fala Balza:

"Quero iniciar um diálogo doloroso sobre o passado, um diálogo doloroso que nunca foi mantido e que se agita como um fantasma sobre a consciência coletiva, voltando estes dias irremediavelmente das sombras onde ocasionalmente ele se esconde. Nosso país viveu a década de 70, uma década assinalada pela violência, pelo messianismo e pela ideologia. Sem buscar palavras inovadoras, mas apelando aos velhos regulamentos militares, aproveito esta oportunidade para ordenar uma vez mais ao Exército, na presença de toda a sociedade: ninguém está obrigado a cumprir uma ordem imoral ou que se afaste das leis e dos regulamentos militares. Quem o fizer incorre em uma conduta viciosa, digna da sanção que sua gravidade requeira. Sem eufemismos, digo claramente:

"Delinque quem vulnera a Constituição nacional. Delinque quem emite ordens imorais. Delinque quem cumpre ordens imorais. Delinque quem, para cumprir um fim que crê justo, emprega meios injustos e imorais. A compreensão desses aspectos essenciais faz a vida republicana de um Estado. Compreender isto, abandonar definitivamente a visão apocalíptica, a soberba, aceitar o dissenso e respeitar a vontade soberana...

"Esse é o primeiro passo que estamos dando há muitos anos para deixar o passado para trás, para ajudar a construir a Argentina do futuro, uma Argentina amadurecida na dor, que possa chegar algum dia ao abraço fraterno. Se não pudermos elaborar a dor e cicatrizar as feridas, não teremos futuro. Não devemos mais negar o horror vivido, e assim poder pensar em nossa vida como sociedade que avança, superando a pena e o sofrimento.

"Em nome da luta contra a subversão, o Exército derrubou o governo constitucional e se instalou no poder em forma ilegítima, num golpe de Estado. Venho pedir perdão por isso e assumir a responsabilidade política pelo desatino cometido no passado. No poder, o Exército cometeu ainda outros delitos. O Exército prendeu, sequestrou, torturou e assassinou – tal qual o fizeram os delinquentes subversivos – e muitos de seus membros viraram delinquentes como eles".

A Argentina, espantada e emocionada, engoliu em seco. Era a primeira vez que um general dizia, com clareza e contundência, o que o país comentava entre si, num sussurro sofrido e ainda sobressaltado. O ato de contrição liberou e animou os outros dois chefes militares. Dias depois, o comandante da Força Aérea admitiu os mesmos excessos, sucedido pelo comandante da Marinha, patrona do maior emblema da repressão no país – a ESMA, Escola de Mecânica da Armada. Em 2004, o prédio em estilo clássico emoldurado com quatro esguias colunas de mármore branco, na elegante Avenida Libertador, em Buenos Aires, foi reformado e transformado no "Espaço para a Memória e a Promoção e Defesa dos Direitos Humanos". Está aberto ao público desde 2007. Em dezembro passado, coroando esta fase de dignidade nacional, começou o julgamento de 19 militares da Marinha acusados de crimes contra a humanidade cometidos no interior da ESMA.

O histórico depoimento do general Martín Balza produziu um efeito profundo no país e nas Forças Armadas argentinas, lembra o jornalista brasileiro Flávio Tavares, que foi correspondente de O Estado de S.Paulo em Buenos Aires nos anos de chumbo:

"Sem que o próprio presidente Carlos Menem soubesse, o general Balza fez o mea-culpa e iniciou o processo de sinceramiento, como se chama na Argentina a essa catarse da instituição militar. Com isso, libertou milhares de oficiais das Forças Armadas do pesadelo de terem de assumir como próprios os delitos cometidos por uma minoria no Exército, na Marinha e na Aeronáutica. 

"Esse processo de sinceramiento, a decisão de nada ocultar, reaproximou as Forças Armadas e a população, suplantando desconfianças e temores. Recordo ainda que, após a entrevista de arrependimento de Balza, uma jornalista argentina – com familiares assassinados pela ditadura – aproximou-se sorrindo, estendeu a mão e lhe disse:

– Pela primeira vez posso apertar a mão de um general sem ter medo ou culpa."

Um diálogo tão doloroso, numa nação tão machucada como a Argentina, mostra que o tema da anistia e do perdão depende, às vezes, da palavra certa e muito da vontade política. E precisa ainda mais de coragem, que até agora não irrompeu no Alto Comando do Brasil. Não é difícil imaginar o efeito regenerador que uma declaração do general Enzo Peri, com este conteúdo, teria na história brasileira, reconciliando militares e suas vítimas pelo simples reconhecimento da culpa. É um gesto penoso, resignado, contrito, mas de insuperável grandeza. É difícil e ao mesmo tempo simples. Portanto, possível.

Quando assumiu o posto de ministro da Defesa, num momento em que o país vivia o apagão aéreo que convulsionava os aeroportos, Nelson Jobim fez uma conclamação que impressionou pelo arrojo, pela determinação:

– Aja ou saia, faça ou vá embora!

O Brasil gostaria de apertar a mão dos seus generais, sem medo ou culpa.

Basta agir e fazer, ministro Jobim! Ou, então, saia. Vá embora.