Depois de quatro mortes no Rio provocadas por falta de vagas na UTI dos hospitais públicos, os pacientes tomaram uma medida radical. Antes mesmo de ficar doentes, muitos estão indo para a porta dos hospitais e aguardando em filas. “É uma forma de garantir um lugar.
A gente nunca sabe o que pode acontecer”, disse Renato Teixeira, de 69 anos, que era o primeiro da fila em frente ao hospital Souza Aguiar, no Centro da cidade. Mas poucos são tão precavidos como a doméstica Isabela Teixeira.
Aos 39 anos, grávida, ela aguardava em pé. “Vou ficar aqui com meu filho quando ele nascer. Quem sabe ele consegue ser atendido antes dos 50?”, perguntou ela.
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Fonte: Sensacionalista
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