Fernando Costa

Fernando Costa, com apenas 30 anos, já foi vice-presidente da União Guarulhense de Estudantes Secundaristas (UGES), Membro da executiva da União Paulista dos Estudantes Secundaristas (UPES) e vice-presidente da União Brasileira dos Estudantes Secundaristas (UBES). Foi assessor parlamentar durante cinco anos e responsável pela apresentação de inúmeros projetos de lei. Atualmente é editor do Jornal Primeira Página e Diretor Presidente da Agência FFC Publicidade.

20 julho 2009

Perfumes, decoração e fraudes

Segundo a Receita, o esquema consistia da substituição, nos documentos de importação, do importador e dos fornecedores reais por tradings brasileiras e por empresas exportadoras de fachada, com sede em Miami.


Carros da PF na frente da loja: R$ 600 mil em dinheiro e R$ 1,5 milhão em cheques apreendidos.

A Polícia Federal de São Paulo apreendeu aproximadamente R$ 600 mil em dinheiro e R$ 1,5 milhão em cheques durante a Operação Porto Europa, que tinha como objetivo desmantelar um esquema fraudulento de importação de artigos de luxo na cidade envolvendo a empresária Tania Bulhões, que atua no ramo de perfumes e decoração. Além disso, também foi apreendido um automóvel da marca Mercedes Benz, F500 blindado, no valor estimado em R$ 500 mil.

Na operação, que envolveu a Receita Federal e o Ministério Público Federal, foram cumpridos sete mandados de busca e apreensão em lojas e residências dos beneficiários do esquema, e em escritórios de contabilidade. A Operação Porto Europa teve a participação de 40 policiais federais e começou após a apreensão de documentos na Operação Dilúvio, em 2006, que investigou um esquema de fraudes no comércio exterior.

Após um ano de investigação, a operação desarticulou um esquema criado para beneficiar um grupo empresarial paulista, que nos anos de 2004, 2005 e 2006 se aproveitou da interposição fraudulenta (laranjas) e subfaturamento em importações, além de práticas de "crimes de descaminho, sonegação fiscal e falsidade ideológica", conforme nota divulgada pela Receita.

Segundo a Receita, o esquema consistia da substituição, nos documentos de importação, do importador e dos fornecedores reais por tradings brasileiras e por empresas exportadoras de fachada, com sede em Miami. Assim, eram ocultados da Receita os beneficiários e os valores reais da operação.

Nenhum comentário:

Postar um comentário