Como parte das celebrações da 3ª semana da Mulher Negra Latino-Americana e Caribenha, a Coordenadoria da Igualdade Racial (Cir) realizou nesta terça-feira, dia 21, para um grupo de 22 mulheres a oficina “Trançando cabelos, tramando identidades negras”, ministrada pela professora Denise Morena, no Centro de Referência da Cultura Negra e Igualdade Racial Xikelela.
A atividade celebra o Dia da Mulher Negra Latino-Americana e Caribenha, comemorado no dia 25 de julho. A data foi criada em 1992, durante o I Encontro de Mulheres Negras da América Latina e Caribe, em Santo Domingo, República Dominicana.
O objetivo da oficina é trabalhar a autoestima e valorização da estética negra, e tem como público-alvo as mulheres assistidas pela Casas da Mulher Clara Maria I, II, III e IV.
A dona-de-casa Letícia de Cássia, grávida de sete meses, considerou a atividade importante para adquirir conhecimento e valorizar a cultura africana."Quem tem o cabelo cacheado como o meu, sempre faz escova porque a mídia estipula que o liso é mais bonito. Então, esquecemos as nossas raízes africanas e ficamos escravas desse padrão de beleza, que aprecia o cabelo liso e louro”, afirma.
A atividade celebra o Dia da Mulher Negra Latino-Americana e Caribenha, comemorado no dia 25 de julho. A data foi criada em 1992, durante o I Encontro de Mulheres Negras da América Latina e Caribe, em Santo Domingo, República Dominicana.
O objetivo da oficina é trabalhar a autoestima e valorização da estética negra, e tem como público-alvo as mulheres assistidas pela Casas da Mulher Clara Maria I, II, III e IV.
A dona-de-casa Letícia de Cássia, grávida de sete meses, considerou a atividade importante para adquirir conhecimento e valorizar a cultura africana."Quem tem o cabelo cacheado como o meu, sempre faz escova porque a mídia estipula que o liso é mais bonito. Então, esquecemos as nossas raízes africanas e ficamos escravas desse padrão de beleza, que aprecia o cabelo liso e louro”, afirma.
A oficina acontece nesta quarta-feira, dia 22, às 13 horas, e encerra na quinta-feira, dia 23, às 14 horas. Já o evento segue até o dia 24, e finaliza com o seminário Mulheres Negras na América Latina: avanços e desafios, aberto ao público, que terá como palestrantes, a mestre e doutora em saúde pública pela Universidade de São Paulo (USP), Raquel Souzas, a coordenadora da Cmir, Edna Roland, e a professora da Universidade de Guarulhos e mestre em antropologia social, Maria Isabel de Assis.
Serviço:
O Centro de Referência da Cultura Negra e Igualdade Racial Xikelela fica na Av. Timóteo Penteado, 4.114, Vila Galvão
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